domingo, 30 de outubro de 2011

AIATOLÁ IRANIANO PRESSIONA PASTOR YOUSEF NADARKHANI

Apesar do governo do Irã tentar manter sigilo, sabemos que o pastor Yousef permanece vivo e firme nas suas convicções em Jesus.
Agentes do Ministério de Inteligência e Segurança Nacional do Irã visitaram o pastor Yousef na prisão e lhe entregaram impressos de propaganda islâmica. Os agentes pediram que o pastor Yousef lesse e refletisse sobre os materiais, que diziam que o Islã é a única fé verdadeira, e eles voltariam em outro dia para falar com ele.
Não está claro se a intenção dos agentes é de fazer o pastor criticar o Islã, e assim adicionar punições contra ele como a blasfêmia ou se eles estão tentando acabar com o escândalo internacional e dar mais uma oportunidade para o pastor voltar para a fé islâmica.
Podemos, no entanto, ter a certeza que essas informações são o resultado da crescente pressão internacional sobre o regime iraniano. O caso do pastor Yousef prossegue nas mãos do aiatolá do país, e não seria nenhuma surpresa se os agentes de segurança que o visitaram estivessem tentando tornar Yousef culpado.
Apesar do governo do Irã tentar manter sigilo, sabemos que o pastor Yousef permanece vivo e firme nas suas convicções em Jesus. As orações direcionadas ao caso do pastor estão sendo ouvidas e, apesar das condições terríveis, ele continua com boa saúde física, emocional e espiritual.
Um representante especial das Nações Unidas  pediu publicamente ao governo do Irã para libertar o pastor  Yousef Nadarkhani, que enfrenta possível enforcamento por não negar sua fé em Cristo.
Em discurso na Assembleia Geral de Assuntos Sociais, comitê Cultural de Assuntos Humanitários, também conhecidos como Terceira Comissão, o representante da ONU, Ahmed Shaheed, expressou nesta quinta-feira (20/out) sua preocupação pelas reiteradas violações do Irã aos direitos humanos.
“Estamos preocupados com uma recente decisão do Supremo Tribunal (do Irã) de ter sustentando uma sentença de morte para Yousef Nadarkhani, um pastor protestante que supostamente nasceu de pais muçulmanos, mas se converteu ao cristianismo quando tinha 19 anos”, disse Shaheed.
FonteACLJ / Holofote Cristão
TraduçãoLucas Gregório

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

LIÇÃO Nº 5 - A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS - 4º TRIMESTRE/2011


A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS
Texto Áureo: Ne. 6.3 – Leitura Bíblica: Ne. 6.1-9

                      INTRODUÇÃO
Os inimigos da obra de Deus tudo farão para impedir a expansão do Seu reino. Na aula de hoje atentaremos para a conspiração dos inimigos contra Neemias. A princípio destacaremos as estratégias do inimigo a fim de atrasar o avanço da obra. Em seguida, analisaremos a trama dos inimigos para atingir Neemias, já que esse estava em posição de liderança na condução dos trabalhos. Por fim, apontaremos as convicções do servo do Senhor que fizeram diferença diante das ameaças dos inimigos.

1. AS ESTRATÉGIAS DOS INIMIGOS
Os inimigos não dão trégua e tentam de várias maneiras atrapalharem o desenvolvimento da obra de Deus. Neemias passou por várias afrontas dos seus opositores: desagrado (Ne. 2.10), zombaria (Ne. 2.19), escárnio (Ne. 4.1), humilhação (Ne. 4.2), chacota (Ne. 4.3), confusão (Ne. 4.8), violência (Ne. 4.11) e boatos (Ne. 4.12). Eles recorreram a diversas estratégias no intuito de dificultar o progresso da obra, dentre elas destacamos: 1) a distração – como as portas ainda não havia sido postas no devido lugar, os adversários tentaram retirar os obreiros do foco sobre a tarefa a ser desenvolvida (Ne. 6.1); 2) a negociação – quando os opositores não conseguem êxito em sua empreitada contra os servos de Deus, eles buscam barganhar, com vistas a tirarem alguma vantagem (Ne. 6.2); 3) a maldade – os adversários queriam conduzir Neemias para um local distante, fora da zona de segurança, com essa proposta pretendiam mata-lo (Ne. 6.2); 4) o cansaço – os inimigos não desistem, a insistência visa levar os servos de Deus ao cansaço (Ne. 6.4); 5) a boataria – os opositores da obra de Deus recorrem a essa estratégias; por meio do falso testemunho querem denegrir a imagem da liderança (Ne. 6.4-7); 6) a chantagem – através de tais recursos os adversários pretendem demonstrar aos servos de Deus que não há saída, que eles estão encurralados (Ne. 6.7); e 7) o medo – os adversários sabem que o temor pode fazer com que as pessoas fiquem paralisadas, por isso, tentam amedrontar os servos de Deus (Ne. 6.9). Essas estratégias utilizadas pelos inimigos da obra de Deus nos tempos de Neemias ainda se repetem nos dias atuais. Através dos recursos da mídia, ou de aparatos jurídicos, os opositores do Reino de Cristo tentam intimidar os que servem ao Senhor.

2. AS CONSPIRAÇÕES DOS INIMIGOS
Os inimigos da obra de Deus conspiraram contra Neemias, eles arquitetaram um plano para aniquilá-lo. O desejo deles era o de sequestrar o servo do Senhor, por isso queriam conduzi-lo para uma das aldeias da planície de Ono. Tratava-se de um lugar que ficava entre Samaria e Jerusalém, a meta dos adversários era destruir aquele que era o principal representante na reconstrução da obra de Deus. Lutero, o reformador protestante, também passou por situações semelhantes diante do poder religioso. Os líderes da igreja oficial, aliados às forças políticas da sua época tentaram sequestra-lo a fim de que a reforma fosse abortada. As autoridades contrárias ao controle papal foram usadas por Deus para proteger o reformador. Por isso, antes de uma emboscada com o intuito de mata-lo, preservaram a sua vida, e levaram-no a um lugar seguro, onde conclui a tradução da Bíblia para o alemão. Neemias revelou ser um homem resoluto, ele sabia que estava investido de uma grande responsabilidade, por isso não se deixou levar pelas distrações dos inimigos (Ne. 6.3). Ele estava convicto do seu chamado para aquele ministério, por esse motivo, mesmo com a insistência dos opositores, Neemias se mostrou inflexível. Nem mesmo as falsas acusações do inimigo foram capazes de tirar o servo do Senhor do seu alvo. Em resposta a intimidação dos adversários, Neemias se mostrou confiante em Deus. Ele sabia que o Senhor é soberano (Ne. 1.5; 2.4,20), sábio (Ne. 2.12), poderoso (Ne. 4.14,20), misericordioso (Ne. 9.17), compassivo (Ne. 9.19) generoso (Ne. 9.19) e paciente (Ne. 4.14,20). Quando conhecemos nosso Deus não temos motivos para temer. A confiança no Senhor é fortalecida através da oração, por essa razão, Neemias está sempre se dirigindo ao Deus de Israel (Ne. 6.14). A ausência de oração na vida do líder, e de todo cristão, faz com que ele veja os inimigos e os problemas maiores do que eles realmente são.

3. CONVICÇÃO DIANTE DOS INIMIGOS
O êxito de Neemias durante o período de reconstrução dos muros de Jerusalém, mesmo diante das conspirações dos inimigos, é resultado das suas convicções. Paulo, ao escrever ao jovem Timóteo, revelou-lhe que sabia em quem havia crido (II Tm. 1.12). Os discípulos não se intimidaram com as afrontas das autoridades religiosas. Eles sabiam que Jesus havia ressuscitado dos mortos, por isso testemunhavam do evangelho com ousadia (At. 4.29-37). Sem convicções firmes na Palavra de Deus, o líder cristão acaba se tornando presa fácil dos inimigos. Neemias era um homem de fé, por isso ele priorizou a revitalização do culto ao Senhor (Ne. 7.1). Em alguns contextos evangélicos, a Palavra de Deus está sendo relegada a segundo plano. Há líderes cujos interesses não se coadunam com os princípios escriturísticos, estão preocupados apenas com a obtenção de poder e riqueza, ainda que, para tanto, subvertam a doutrina bíblica. Um líder convicto da sua fé em Deus não faz aliança com indivíduos que comprometam sua idoneidade cristã. Neemias procurou se aproximar de pessoas que o ajudassem e que fortalecessem o projeto de Deus (Ne. 7.2). Mesmo confiando no Deus de Israel, Neemias não fez pouco caso dos perigos que precisava enfrentar (Ne. 7.3), por esse motivo ele planejou a execução de tarefas que protegessem o povo de Deus (Ne. 7.4). É admirável, e serve de inspiração para todo cristão, a capacidade de Neemias de sacramentar cada uma das suas atitudes. Qualquer responsabilidade desempenhada na reconstrução dos muros era motivo de oração, em tudo se buscava a direção divina (Ne. 7.5). Os princípios bíblicos não podiam ser descartados, o planejamento não teria efeito se não fosse executado de acordo com os parâmetros estabelecidos por Deus em Sua palavra (Ne. 7.61-65). A ganância e o materialismo, que se constituem um problema para os cristão deste tempo, foram atacados por Neemias, ao invés de incentivar a prosperidade individual ele estimulou o povo a exercitar a generosidade (Ne. 7.66-73).

CONCLUSÃO
A conspiração dos inimigos contra a obra de Deus é constante, esse é o motivo do povo de Deus permanecer atento, exercitando o discernimento espiritual (Ne. 6.2), a fim de identificar a relevância do serviço que estamos desempenhado, não especificamente para homens, mas para Deus (Ne. 6.3). Diante das ameaça, é preciso ter cautela, não se adiantar e demonstrar prudência espiritual, não falar mais do que necessário e permanecer firme nos propósitos estabelecidos pelo Senhor (Ne. 6.4). Se assim agirmos, demonstraremos integridade espiritual diante das afrontas do Inimigo, a convicção no que cremos, com base na Palavra de Deus, e a prática da oração serão fundamentais para resistir as tramas dos adversários (Ne. 6.6-8).

  AUTOR: Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

BIBLIOGRAFIA
BROWN, R. The message of Nehemiah. Downer Grove: IVP, 1998.
LOPES, H. D. Neemias. São Paulo: Hagnos, 2006.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

LIÇÃO Nº 04 - COMO ENFRENTAR OPOSIÇÃO À OBRA DE DEUS - 4º TRIMESTRE/2011



COMO ENFRETAR OPOSIÇÃO À OBRA DE DEUS
Texto áureo: Ne. 4.9 – Leitura Bíblica: Ne. 4.1-9
 
Objetivo: Refletir com os alunos sobre como devemos lidar diante daqueles que se opõem à obra de Deus.

INTRODUÇÃO
A obra de Deus sempre enfrentará oposição, pois não são poucos os que a confundem com obra de homens. Na lição hoje estudaremos a respeito de como os crentes devem responder às ameaças daqueles que desejam o fracasso do trabalho. Nesta aula aprenderemos a identificar os inimigos e as suas estratégias, em seguida, destacaremos a necessidade de confiança em Deus diante das afrontas do inimigo, e por fim, demonstraremos que a melhor defesa contra os adversários está no desenvolvimento do trabalho do Senhor.

1. OPOSIÇÃO À OBRA DE DEUS
Existem muitos inimigos da obra de Deus, e não é fácil responder às ameaças dos adversários. A fim de paralisar o serviço, os opositores se unem, como fizeram Sambalá (norte), Tobias (leste) e Gesém (Ne. 2.19). No capítulo 4 de Neemias, outros inimigos são apresentados: os arábios (sul), os amonitas e os asdoditas (Ne. 4.7). Uma das razões pelas quais os inimigos não querem o progresso da obra de Deus é a inveja. Eles não medem esforços para atingir aqueles que trabalham para o Senhor. Sambalá, o líder dos adversários, ajunta o seu exército, incitando o povo contra o povo de Deus (Ne. 4.2). A estratégia do inimigo é a ridicularização, ele escarnece a fim de afetar a autoestima dos obreiros, chamando-os de fracos (Ne. 4.3). O inimigo não quer que acreditemos no potencial de Deus em nós para fazer o trabalho. Se deixarmos de crer que Deus está conosco, e que nos capacitará para a obra, o inimigo terá êxito e vencerá a batalha, pois aquele que pensa que é incapaz já perdeu a luta. Para tanto, os inimigos tentaram se infiltrar no meio do povo de Deus a fim de causarem confusão (Ne. 4.8). Essa estratégia do inimigo visa desintegrar a identidade, não por acaso, muitos movimentos que nada têm de doutrina bíblica se apresentam como evangélicos, a fim de fazer com que as pessoas deixem de identificar os que servem verdadeiramente a Deus dos que servem apenas a eles mesmos. Eles também atacam frontalmente os obreiros do Senhor, usam todos os recursos possíveis, para, se possível, destruir o povo de Deus. A mídia, nos dias atuais, tem desempenhado esse papel, os inimigos a utilizam em larga escala para denegrir a imagem dos evangélicos. Os pseudoevangélicos também contribuem para a descaracterização daqueles que seguem o evangelho de Cristo.

2. A CONFIANÇA NO DEUS DA OBRA
Mas essa não é obra de homens, mas de Deus, pois Ele mesmo nos comissionou para que a desempenhassemos (Mt. Mc. 16.15; Mt. 28.19,20). Por essa razão, devemos, a todo instante, confiar em Sua Palavra, e demonstrarmos nossa confiança nEle através da oração. Neemias ora a Deus, pois o servo do Senhor está consciente de a quem está servindo (Ne. 4.4-9). A oração de Neemias é urgente, ele não deixa para depois, sabe do perigo e do risco que a obra corre, por isso, lança-se aos pés do Senhor. É também uma oração franca, pois ele abre o seu coração, destacando como o povo, e ele mesmo, se sente diante da ridicularização dos inimigos. As palavras de Neemias na oração são fervorosas, ele demonstra paixão pelo Deus a quem serve. Mas não apenas Neemias orou, todos os obreiros foram conduzidos à oração, e diante da afronta do inimigo, eles oraram e também se prepararam para o caso de precisarem entrar em peleja (Ne. 4.9). A oração continua sendo uma demonstração de confiança em Deus nos dias modernos. Estamos diante de uma geração que esqueceu o real valor da oração, as facilidades tecnológicas e científicas instigam à autoconfiança. Muitos cristãos praticamente deixaram de buscar ao Senhor em oração, preferem tão somente agir, mas é preciso orar antes, durante e depois da ação, em todo tempo e lugar (Mt. 26.41; Ef. 6.18; I Ts. 5.17; I Tm. 2.8). A oração e a leitura da Bíblia resultam em coragem e disposição para enfrentar os boatos espalhados pelos inimigos (Ne. 4.12), aqueles que confiam em Deus e se dispõem a orar não se deixam tomar pelo desânimo causado pelos opositores (Ne. 4.10). As palavras de encorajamento do líder também fazem toda a diferença, Neemias disse ao povo que não temesse, que se lembrasse do Senhor e que lutasse pelas suas famílias. Os cristãos estão envolvidos em uma batalha espiritual, mas nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra as potestades do ar. As armas das nossas milícias são poderosas em Deus para a destruição das fortalezas do Inimigo (II Co. 10.4). Portanto, façamos uso de toda a armadura de Deus, para que possamos estar firmes contra as ciladas do Diabo (Ef. 6.10,11).

3. DESENVOLVENDO A OBRA DO SENHOR
Ao invés de dar ouvidos às palavras do Inimigo, devemos nos voltar para o Senhor, e fazer a parte que nos compete na obra (Ne. 4.15). Se ficarmos paralizados, refletindo sobre as afrontas do inimigo, não conseguiremos progredir, por isso, mantenhamos as mãos ocupadas, trabalhando para o Senhor, e em constante vigilância, com os olhos bem abertos (Ne. 4.16-18). Os ouvidos também devam estar atentos ao caso de algum chamado urgente, isso aponta para a necessidade de identificar os diferentes toques do Inimigo, principalmente a liderança deve ser capaz de reconhecer a voz do Adversário, para não se deixar levar pelas suas estratégias (Ne. 4.18; Cl. 2.4,8). Em resposta à fragmentação que o inimigo tenta impor ao povo de Deus, devemos permanecer juntos uns dos outros, em unidade (Ne. 4.19; At. 2.47,48). O convívio da igreja é um antídoto contra o individualismo que campeia na sociedade moderna. As pessoas estão cada vez mais isoladas, mesmo as igrejas não estão imunes a essa realidade. As grandes igrejas padecem desse mal, pois os membros não conseguem construir relacionamentos, apenas contatos esporádicos. O envolvimento social, desenvolvido por Neemias no capítulo 5, é uma demonstração de integração do povo de Deus e de compromisso com as questões sociais. Não podemos nos deixar controlar pelo capitalismo selvagem que objetifica as pessoas, sacrificando-as ao deus mercado. Na crise os ricos se aproveitam para tirar vantagem e explorarem os mais pobres (Ne. 5.5). A solidariedade, ao invés da ganância, deva ser a moeda mais forte, a situação dos que passam por privação precisa ser uma preocupação constante (Ne. 5.1,2). As pessoas endividadas devam ter a oportunidade de sairem de tal condição, caso contrário estarão para sempre debaixo do jugo da opressão, em desequilíbrio tanto moral quanto espiritual (Ne. 5.3). Os impostos devam ser usados para investir nas necessidades básicas da sociedade, não para o enriquecimento ilícito de uma minoria (Ne. 5.4). A liderança cristã deva ter cuidado para não se tornar presa e serem cúmplice de esquemas corruptos que defraudam o dinheiro dos pobres (Ne. 5.15,16). O interesse pelo desenvolvimento do público sobre o privado é uma das principais marcas do líder compromissado com Deus (Ne. 5.14, 18), seu objetivo maior não é o de tirar vantagem, muito menos de viver em ostentação, mas o de permanecer íntegro e ver o bem de todos (Ne. 5.14).

CONCLUSÃO
A obra de Deus sempre enfrentou oposição, e nós, enquanto Igreja do Senhor Jesus, não estamos imunes às afrontas do Inimigo. Passaremos tanto por oposição externa quanto interna, mas precisamos estar vigilantessermos, fundamentados na Palavra de Deus, e em oração, para não sermos prisioneiros das armadilhas do Diabo. Se confiarmos no Senhor seremos capazes de vencer, a ninguém temeremos senão ao Deus que segue adiante na batalha (Ne. 5.15; Pv. 1.7). As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja do Deus Vivo (Mt. 16.18), e isso é motivo para demonstrar compaixão pelo povo (Ne. 5.18), não agurdando recompensa de homens, mas a que vem de Deus (Ne. 5.19; II Tm. 4.8).
                                                          
AUTOR: Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD 

BIBLIOGRAFIA
LOPES, H. D. Neemias. São Paulo: Hagnos, 2006.
PACKER, J. I. Neemias: paixão pela fidelidade. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O HOMENZINHO DA RUA GEORGE


Lí este artigo no site chamada.com,  senti o desejo de reproduzi-lo e incentivar a todos que fazem o trabalho de evangelização através de folhetos e as vezes voltam desanimados acreditando que seu trabalho não foi útil, esses são chamados missionários anônimos e que fazem um grande trabalho em prol do Reino de Deus. Leia e confira, o seu trabalho não está sendo feito em vão!

O homenzinho da Rua George

Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:
“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul deLondres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história:
“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.
Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.
Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:
A rua George, em Sydney.
“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.
Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:
“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.
Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.
Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.
Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.
“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: ‘Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente. Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.
“Desculpe, mas você é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?”
Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.
“Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: ‘Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.
Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”. Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:
“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.
Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.
O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.
Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas. (extraído de Worldmissions – redação final: Werner Gitt)

Vale a Pena!

“Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).
Existem muitas organizações que trabalham com literatura cristã. Inúmeros irmãos fazem uso de folhetos, livros, fitas e revistas para divulgar o Evangelho, mas geralmente não vêem o resultado de suas atividades missionárias. Isso pode causar desânimo, e certamente muitos distribuidores de folhetos já se perguntaram: “Será que vale a pena?”
Com freqüência ficamos sabendo de pessoas que se converteram através de um folheto ou de um livro, ou que foram fortalecidas na fé por meio da literatura. Mesmo que jamais saibamos dos resultados de nossa semeadura, eles são prometidos pelo Senhor (veja Is 55.11). Além disso, um obreiro na “seara do Senhor” não é avaliado pelo número de pessoas que se convertem pelo seu trabalho mas por sua fidelidade no trabalho cristão. Também devemos ter sempre em mente que nós não convertemos ninguém. Só Deus é que pode tocar os corações, despertar as consciências e, pelo Espírito Santo, conduzir uma pessoa à fé em Jesus Cristo. O exemplo citado mostra que Ele faz isso em nossos dias e que pode agir através de muito ou de pouco. Que este testemunho anime os distribuidores de folhetos a continuarem semeando com perseverança a boa semente, que certamente dará frutos a seu tempo. (Norbert Lieth)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

LÍDER SUPREMO DO IRÃ É CHAMADO PARA ANALISAR CASO DE PASTOR YOUSEF

Líder Supremo do Irã é chamado para analisar caso de pastor Yousef

Enquanto o mundo aguarda a resposta final sobbre o caso de Yousef Nadarkhani, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor
O possível enforcamento do pastor Yousef Nadarkhani, que está enfrentando a sentença de execução por se recusar a negar a sua fé em Jesus, atingiu os mais altos níveis do governo iraniano, pois o Líder Supremo, Ali Khamenei foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor.
Mohammad Dadkah, advogado de Yousef, disse à CNN que Nadarkhani ainda está vivo e que o tribunal pediu que o maior líder religioso do Irã entrasse no debate. Embora Khamenei tenha a autoridade final em assuntos no Irã, tal movimentação é incomum para um caso que deveria ter sido decidido na segunda-feira (10/10).
Nadarkhani, líder de uma das maiores redes de igrejas domésticas do Irã, foi condenado por apostasia em novembro de 2010, uma acusação que ele pediu para ser revista pela Suprema Corte do país. Em julgamentos no mês passado, Nadarkhani se recusou a negar suas crenças em Jesus.
Após alguns julgamentos, o pastor Yousef foi acusado de ser sionista e ser uma ameaça para a segurança nacional. Mas o Supremo Tribunal do Irã apenas consta como acusação o crime de apostasia contra o pastor.
O caso atraiu atenção internacional, com governos de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e França emitindo declarações de preocupação quanto ao destino do pastor.
“Nadarkhani tem feito nada mais do que manter sua fé devota naquilo que acredita, o que é um direito universal para todos”, disse um porta-voz da Casa Branca. “As autoridades iranianas estão tentando forçá-lo a renunciar sua fé, o que viola os valores religiosos que eles alegam defender.”

FonteReligion Blog/ CNN                                                
TraduçãoLucas Gregório

LIÇÃO 03 - APRENDENDO COM AS PORTAS DE JERUSALÉM - 4º TRIMESTRE /2011

                     APRENDENDO COM AS PORTAS DE JERUSALÉM

                Texto    Áureo: Ne. 4.6 – Leitura Bíblica: Ne. 3.1-15

Objetivo: Mostrar aos alunos que as crises, apesar do seu desconforto, sempre nos abre grandes e oportunas portas, principalmente quando dispomos de cooperadores comprometidos com o Reino de Deus.

INTRODUÇÃO
Na lição de hoje estudaremos a respeito das portas de Jerusalém, fazendo algumas aplicações a respeito de cada uma delas. Em seguida, abordaremos particularidades do ministério de Neemias, ressaltando o segredo do seu sucesso, que não dependia dele mesmo, mas de Deus. Ao final, meditaremos a respeito das características dos cooperadores da obra do Senhor.

1. AS PORTAS DE JERUSALÉM
As portas de Jerusalém tinham um significado especial, elas estavam associadas ao julgamento. Os juizes davam o veredicto às causas do povo a partir das portas. Por esse motivo, Neemias teve a iniciativa de priorizá-las na recondução do serviço do Senhor. As portas precisavam ser reedificadas, e o sumo-sacerdote Eliasibe, como símbolo da restauração espiritual, deveria orientar os trabalhos. Nenhuma reconstrução se sustenta na sociedade a menos que Deus assuma o primeiro lugar. O sumo-sacerdote reedificou a Porta das Ovelhas (Nm. 3.1) que se situava na entrada mais oriental do lado norte das muralhas de Jerusalém (Ne. 12.39; Jô. 5.2). Nessa porta as ovelhas eram lavadas antes de serem conduzidas ao templo para o sacrifício. Ela aponta para o sacrifício ao Senhor, que não deva ser apresentado de qualquer jeito, mas com corações puros (Mt. 5.8). Aos filhos de Hessaná coube a reforma da Porta do Peixe (Ne. 3.3), provavelmente por ser aquele o lugar onde os peixes eram comercializados. Devemos lembrar, a esse respeito, que somos “pescadores de homens” (Mt. 4.19; 13.47,48). O cristianismo era simbolizado, pelos primeiros crentes, através da figura de um peixe, isso porque a palavra grega para peixe é ICHTHUS, formando o acrônimo Iesus Christus Theou Huios Soter, que quer dizer: Jesus Cristo Filho de Deus Salvador. A Porta Velha (Ne. 3.6), localizada na parte mais antiga da cidade, também foi restaurada, essa pode representar os fundamentos da fé, a doutrina bíblica que não pode ser substituída pelos modismos (I Tm. 3.14; I Jo. 2.24). A Porta do Vale (Ne. 3.13) foi reparada por Hanun e os moradores de Zenoa, e, a respeito dessa, é possível aplicar que a vida cristã está repleta de altos e baixos, montanhas e vales (Dt. 11.11). Com o Senhor, isto é, nas situações adversas, os vales se enchem de trigo (Sl. 65.13). A Porta do Monturo (Ne. 3.14) também foi restaurada. Essa porta recebeu esse nome por causa do lixo da cidade que era levado por meio dela para o vale de Hinom, a fim de ser queimado. Na vida do cristão essa porta precisa estar aberta para que todos os dejetos que o distanciam da presença do Senhor sejam retirados (Mt. 5.30). Se deixarmos de salgar e iluminar o mundo, para nada mais prestaremos, senão para sermos lançados fora e pisados pelos homens (Mt. 5.13). Salum, filho de Col-Hozé, reparou a Porta da Fonte (Ne. 3.15), que ficava situada próximo ao Tanque de Siloé. Jesus é a fonte que jorra para a vida eterna (Jo. 4.14). Não são poucos os que se distanciam dessa fonte, preferem ir após cisternas rotas (Jr. 2.13). Depois Malquias restaurou a Porta da Guarda, localizada na seção nordeste de Jerusalém, adjacente ao Templo. Como cristãos, devemos lembrar de guardar os mandamentos de Jesus (Jô. 14.15), pois a Palavra de Deus é lâmpada para os nossos caminhos, devemos guardá-la no coração para não pecar contra o Senhor (Sl. 119.11).

2. O SUCESSO SEGUNDO DEUS
O capítulo 3 de Neemias favorece também a meditação a respeito do sucesso. Não o sucesso conforme apregoam os adeptos da auto-ajuda, pois o sucesso verdadeiro é aquele que vem de Deus. Para que tenhamos êxito na obra do Senhor, precisamos: 1) não nos conformarmos com o caos, ao invés de tão somente lamentarmos, devemos fazer alguma coisa para mudar a realidade; 2) saber escolher as pessoas certas para fazerem obras específicas (Ne. 3.2-15); 3) busque desempenhar as tarefas em integração com as pessoas, saiba trabalhar em equipe: e por fim, 4) não dispense as facilidades, Neemias não colocou empecilhos à realização da obra, antes aproveitou as pessoas que moravam nas localidades das portas (Ne. 3.13; 28-30). Em uma sociedade patriarcal como a de Israel, Neemias não dispensou o trabalho das mulheres. Elas desempenharam papel fundamental na reconstrução da obra de Deus sob a direção de Neemias. A Bíblia está repleta de exemplos de mulheres que foram usadas pelo Senhor: Miriam, Débora, Ester, Maria, entre outras. No tempo de Jesus, como ainda acontece nos dias atuais, as mulheres foram as principais mantenedoras do Reino de Deus (Lc. 8.2,3). A Bíblia destaca o ministério de Dorcas, uma mulher generosa, envolvida em obras caridosas (At. 9.36,39). A Samaritana foi um baluarte no trabalho missionário, ao conduzir muitos a Cristo através do seu testemunho (Jo. 4.28-30). Paulo, injustamente acusado de machista, agradeceu a Deus pelo ministério das mulheres na igreja do Senhor (Rm. 16.1,12; Fp. 4.13). No ministério do ensino, Priscila, geralmente citada antes do marido, Áquila, ministrou a Palavra com ousadia, reafirmando a fé de muitos crentes (Rm. 16.3). Para obter sucesso na realização da obra do Senhor não podemos dispensar força, principalmente a motivação dos irmãos, ainda que essa precise ser supervisionada. As pessoas devam ser tratadas pelo nome, o reconhecimento é parte fundamental, o texto de Neemias 3 cita nominalmente as pessoas que atuaram na reconstrução. Não apenas as grandes realizações devam ser apreciadas, mas também as pequenas, tanto os moradores de Zanoa, que repararam uma porta e mais de 500 metros de muro foram citados quanto Malquias que edificou apenas uma porta. Por fim, é necessário dar instruções claras, a comunicação é imprescindível na execução da obra de Deus, bem como atribuir tarefas, determinando, antecipadamente, as atribuições das autoridades delegadas (Ne. 3.13,17).

3. OS COOPERADORES DA OBRA
Os cooperadores da construção assumiram lugares específicos e determinados para atuarem. Isso revela o senso de organização e planejamento de Neemias. A Porta das Ovelhas foi a primeira, e teve um sumo-sacerdote a frente em razão da sua prioridade. Com essa escolha Neemias também demonstrou a necessidade da pessoa certa ocupar a posição apropriada. Os construtores não trabalharam desordenamente, uns distanciados dos outros, cada um não fazia o que bem entendia. Havia uma unidade da parcialidade, isto é, cada um fazia a sua parte, a fim de chegar a uma totalidade. A individualidade de cada um deles também foi respeitada. Os cooperadores da obra de Deus não são diferentes, eles (e elas) têm personalidades e características distintas. Deus não tem problema de trabalhar com a diversidade, na verdade, Ele foi o Criador da diferença. Há líderes que não têm essas mesmas características, querem que todos trabalhem do mesmo jeito. É comum, no movimento neopentecostal (ou pseudopentecostal) a imitação dos líderes. Não da fé e exemplo espiritual, como Paulo ordenou a ser imitadores de Cristo, mas dos trejeitos, modo de se vestir, entre outras características de menor relevância (I Co. 11.1). Os cooperadores da obra não eram pessoas interesseiras, não estavam edificando a cidade porque quisessem tirar algum proveito pessoal. Pelo que inferimos do texto de Neemias 3, se tratavam de pessoas das diversas regiões de Judá, mas que não mediram esforços, sacrificaram seus interesses pessoais a fim de reconstruírem a cidade. Em muitos arraiais evangélicos as pessoas somente se envolvem no trabalho se tiverem algum retorno: financeiro ou a consagração para algum cargo na hierarquia eclesiástica. Mas como acontece com todo trabalho, havia também os orgulhosos, aqueles que não queriam se envolver, que achavam ser um demérito fazerem a obra do Senhor. Em Ne. 3.5 está escrito que os nobres não se sujeitaram ao serviço do Senhor. Sempre existirão, na obra de Deus, aqueles que se acham importantes demais para determinadas atribuições. Os pastores “nobres” não querem mais ministrar para poucas ovelhas. Eles amam as multidões, principalmente os holofotes, adoram serem vistos pelos homens. Mas louvamos a Deus pelos obreiros compromissados com a obra, os quais, a exemplo de Paulo, estão integrados, que servem ao Senhor “com toda a humildade, e com muitas lágrimas e tentações” (At. 20.19), que nada esperam “senão prisões e tribulações” (At. 20.23), que não têm suas vidas por preciosa (At. 20.24), que são constituídos pelo Espírito Santo para apascentar o rebanho, não deles mesmos, mas “de Deus”, comprado com o sangue de Cristo (At. 20.28).

CONCLUSÃO
A obra de Deus carece de ceifeiros, o Senhor Jesus constatou que “A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros” (Mt. 9.37). E acrescentou: “Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara” (v. 38). Deus espera que oremos por obreiros comprometidos com a edificação do Seu Reino, mais que isso, que sejamos esses cooperadores. No meio evangélico, muitas portas estão derrubadas, algumas delas, como nos tempos de Neemias, foram queimadas a fogo. Devemos orar a Deus para que envie obreiros e para que também sejamos obreiros e obreiras que respondam às exigências do Reino, que estejamos dispostos a sacrificar nossos interesses pessoais em prol da realização de coisas grande e pequenas para Deus. 
 
Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD
 
BIBLIOGRAFIA
LOPES, H. D. Neemias. São Paulo: Hagnos, 2006.
TUNNERMANN, R. As reformas de Neemias. São Leopoldo: Sinodal, 2001.

sábado, 8 de outubro de 2011

9 DE OUTUBRO - DIA DE ORAÇÃO PELO PASTOR YOUSEF NADARKHANI


Organização marca dia mundial de oração em favor do pastor Yousef Nadarkhani, que receberá sua sentença nesta segunda-feira, dia 10 de outubro
O pastor Yousef Nadarkhani repetidamente se recusou a negar sua fé em Jesus durante os julgamentos que enfrentou no tribunal da semana passada e pode receber a pena de morte a qualquer momento. Sua vida continua em risco.
Pastor Yousef foi preso em outubro de 2009 quando tentou registrar sua igreja no cartório. Ele foi julgado e considerado culpado pelo crime de apostasia (abandonar o Islã) em setembro de 2010. Ele também está enfrentando novas acusações vindas das autoridades iranianas.
O pastor Yousef teve três chances de negar a Jesus e voltar ao Islã, e assim seria libertado e não enfrentaria a pena de morte. Mas em todas as três oportunidades, Yousef não negou a Cristo, mesmo sabendo das consequências.
“Fomos informados de que o veredito foi adiado e será entregue nesta segunda-feira, 10 de outubro. O atraso pode ser interpretado como um sinal de que os juízes decidiram consultar os líderes religiosos e políticos, como o Líder Supremo, Ali Khamenei, ou o presidente, Mahmoud Ahmadinejad”, disse Jason DeMars, do Ministério Verdade Presente.
Por isso, a Christian Solidarity Worldwide está convocando todos os cristãos que façam do dia 9 de outubro um dia de oração pela vida do Pastor Yousef. No dia 10 de outubro será o julgamento decisivo para a vida do pastor.
Por favor, ore pelos seguintes pontos:
  • Para que a mão de Deus possa tocar os corações dos juízes para que reconsiderem o caso e que seja derrubada a pena de morte.
  • Para que Deus proteja e dê paz ao pastor Yousef, sua família e amigos.
  • Para que a Igreja no Irã seja fortalecida e que possa ter força para enfrentar as duras perseguições no país.
FONTE: Portasabertas

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

SENADOR PAULO PAIM ENVIA REQUERIMENTO AO PRESIDENTE DO SENADO EM FAVOR DO PASTOR YOUSEF

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal, senador Paulo Paim (PT-RS), enviou ontem (5/10) ao presidente do Senado, José Sarney, um requerimento de moção em apoio ao pastor iraniano Yousef Nadarkhani.
                            Pastor Yousef Nadarkhani A mobilização teve início com o apelo feito, em plenário, pelo senador Marcela Crivella (PRB-RJ) na quinta-feira, dia    29 de setembro.   Ele discorreu sobre o caso do pastor iraniano, ameaçado de morte por enforcamento    simplesmente porque ele não aceitou negar sua fé em Jesus Cristo.
Nessa mesma data, o senador Paim comprometeu-se a entregar um documento ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para que fosse enviado à Embaixada do Irã, pedindo pela vida de Yousef Nadarkhani. Os senadores Ana Amélia (PP-RS), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Jayme Campos (DEM-MT) e Geovani Borges (PMDB-AP) também se solidarizaram com a causa apresentada por Crivella.
A Portas Abertas Brasil esteve em contato com os assessores do senador Paim todo esses dias questionando sobre o envio do documento. Ontem, finalmente, o requerimento seguiu para Sarney. Leia o requerimento aqui.
Continuamos em busca  das autoridades brasileiras para intervir na questão dos direitos humanos do Irã, uma vez que o Brasil mantém ótimas relações diplomáticas com o presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Mobilização mundial
De acordo com a agência de ajuda humanitária Christian Solidarity Worldwide(CSW), mais de 50.000 pessoas já enviaram emails para as embaixadas iranianas ao redor do mundo. 
Aqui no Brasil, em vez de participarmos desses abaixo-assinados internacionais, escolhemos pressionar as autoridades brasileiras porque consideramos que o Brasil tem mais influência e voz ativa junto ao governo do Irã do que qualquer outro país do ocidente.
FONTE: Portasabertas

terça-feira, 4 de outubro de 2011

LIÇÃO 02 - LIDERANÇA EM TEMPOS DE CRISE - 4º TRIMESTRE/2011


LIDERANÇA EM TEMPOS DE CRISE
Texto Áureo: Ne. 2.20 – Leitura Bíblica: Ne. 2.11-18



Objetivo: Mostrar aos alunos que na expansão e consolidação do Reino de Deus é imprescindível que ajamos com sabedoria, coragem, entusiasmo e fé.

INTRODUÇÃO
Nos momentos de crise os líderes chamados por Deus fazem à diferença. Na lição de hoje estudaremos a respeito da atuação de Neemias diante dos seus liderados. A princípio, veremos que Neemias se posicionou como um servo de Deus. Em seguida, atentaremos para o exercício da liderança em tempos difíceis. E por fim, destacaremos a necessidade de ousadia para realizar reformas em momentos de crise.

1. NEEMIAS, O LÍDER-SERVO
Como servo do Deus dos céus, Neemias demonstra praticidade na realização da vontade do Soberano. Mas antes, o servo do Senhor aguardou o momento certo para tomar as decisões necessárias. Ele ora a Deus para que tenha a oportunidade de adentrar a presença do rei, e para que obtenha êxito em seu intento (Ne. 1.11). Ele demonstra saber esperar e essa é uma lição para todo aquele que exerce a liderança. O tempo da espera não é tempo perdido, mas de reflexão, a fim de evitar atitudes precipitadas (Ne. 2.1). Neemias também revela confiança , ainda que tenha inicialmente temido ao rei, Ele ousou e teve coragem de dizer o que estava em seu coração (Ne. 2.2,3). Mas antes de responder à preocupação do rei, Neemias orou a Deus, ele sabia que de nada adianta tomar decisões se essas não tiverem a aprovação do Senhor (Ne. 2.4,5). Depois de ter orado e aberto seu coração perante o rei, Neemias planejou o que devera ser feito. Ele demonstrou que tinha conhecimento da situação e não estava apenas especulando (Ne. 2.6). Diante da indagação do rei a respeito da situação, Neemias solicitou sua proteção e a provisão para realizar o trabalho (Ne. 2.7). O rei atendeu ao seu pedido, não porque fosse bom, mas porque a mão graciosa de Deus estava no comando (Ne. 2.8). Neemias era servo de Deus, por isso deu glória ao Senhor por haver concretizado seus intentos.

2. LIDERANÇA NA CRISE
Algumas pessoas são chamadas por Deus para liderarem em tempos de crise. Neemias foi um dos tais. Homens e mulheres vocacionadas por Deus para tempos de crise olham para além das circunstâncias. Líderes dessa natureza não surgem de uma hora para outra, é resultado de um processo de formação. Deus preparou Neemias para aquele momento, ele próprio tinha consciência do seu chamado especial para a reconstrução de Jerusalém. Antes de agir, ele chora (demonstra sensibilidade), ora (busca a orientação de Deus) e jejua (demonstra dependência de Deus). Neemias sabia avaliar as circunstâncias e percebeu que a reconstrução da cidade dependia de uma decisão política. Isso porque o rei Artaxerxes havia decretado a parada do serviço de reconstrução (Ed. 4.21). A atuação política de Neemias precisa ser contextualizada e avaliada nos dias atuais. Ele não intercedeu ao rei para pedir algo a seu favor, mas para o bem do seu povo, a fim de que a nação saísse da miséria e do opróbrio. Ciente dessa condição, Neemias planejou as condições para a realização da obra de Deus, avaliou condições físicas, pois a viagem demoraria quatro meses, por isso, ele esperou três dias (Ne. 2.11). Os obreiros do Senhor precisam estar atentos às suas limitações físicas, para tanto, devem atentar para uma alimentação equilibrada, evitar excessos físicos, e principalmente, não sacrificar as horas de sono. Depois do tempo de refrigério, Neemias partiu em busca da realização do projeto de Deus. Ele apercebeu-se da oposição que teria para o desenvolvimento do trabalho (Ne. 2.10,12). Reconhecer a verdadeira oposição é fundamental, muitos líderes criam seus opositores, e, às vezes, vêem oposição onde não há. Quem pensa diferente necessariamente não está contra a realização da obra de Deus. Líderes que atuam em tempo de crise devem aprender a tirar proveito daqueles que pensam de modo distinto. Esse critério deva ser avaliado na separação de obreiros para atuarem no serviço cristão. Jesus soube lidar com a diferença em seu corpo apostólico, e principalmente, tirar proveito das peculiaridades de cada um dos seus discípulos. Neemias fez com que seus liderados percebessem que os problemas não eram dos outros, mas também deles, que não apenas a nação estava com problemas, que eles próprios eram a nação (Ne. 2.17). Em seguida, inspirou a confiança neles, para isso, revelou-lhes que Deus o havia comissionado para uma tarefa, e que esse mesmo Deus estaria com eles nesse processo (Ne. 2.18). Ele sabia que enfrentaria oposição, e que seus liderados deveriam saber conviver com essa realidade e saber como responder àqueles que se voltam contra a obra de Deus (Ne. 2.19,20): identificando quem são eles e avaliando suas reais motivações.

3. REFORMAS EM TEMPOS DE CRISE
A reforma era uma necessidade premente diante da condição de pobreza, desânimo e oposição na qual a nação se encontrava. Na Idade Média, os reformadores perceberam a carência de mudança nos ditames da igreja cristã. Lutero e Calvino foram instrumentos de Deus a fim de que a Igreja retornasse às Escrituras. Sem entusiasmo, a obra dificilmente será realizada, sem paixão ninguém faz coisa alguma no reino de Deus (Jr. 20.9). Paulo revelou esse entusiasmo ao declarar: “Em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At. 20.24). Mas para que a reforma seja realizada de acordo com a vontade de Deus, é preciso: 1) avaliar antes de agir (Ne. 2.11), isso dará oportunidade de analisar as condições; 2) investigar antes de motivar (Ne. 2.12), todo trabalho exige sacrifício, e as pessoas devem estar cientes desse; 3) saber calar antes de falar (Ne. 2.12,16), o silêncio é precioso, principalmente diante dos opositores; e 4) diagnosticar a natureza dos problemas (Ne. 2.17), se não identificarmos os problemas, é possível que resolvamos não-problemas e criemos problemas onde não existem. Além do mais, toda reforma bem sucedida acontece no processo de cooperação. Nesse sentido, a motivação correta deva ser apresentada, no caso de Neemias, o patriotismo justificava as atitudes. O líder deva dar o exemplo, caso contrário, não servirá de inspiração. Ao invés de dizer “vá e construam”, Neemias disse “venham e construamos”. A motivação para a concretização da obra deve estar respaldada pela Palavra de Deus. O Senhor é o Motivo de pelejarmos com integridade e coragem. A benção de Deus é o fundamento para a restauração da Sua obra (Ne. 2.20).

CONCLUSÃO

As crises são inevitáveis, cedo ou tarde, toda obra enfrentará dificuldades. A forma como lidamos com as crises é que faz toda diferença. Diante delas, os líderes chamados por Deus se revelam. Aqueles vocacionados por Deus para enfrentar as crises devem agir com sabedoria, coragem, entusiasmo e fé. Uma demonstração dessas características está na disposição para avaliar as circunstâncias, a disposição para agir diante das adversidades, a motivação correta que seja capaz de inspirar outros e, sobretudo, a confiança em Deus para realizar o que está além da nossa capacidade.

AUTOR: Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


BIBLIOGRAFIA
BROWN, R. The message of Nehemiah. Downers Grove: Intervarsity Press, 1998.
LOPES, H. D. Neemias. São Paulo: Hagnos, 2006.