sexta-feira, 29 de julho de 2011

CRISTÃO SIM, RELIGIOSO NÃO!


Cristão Sim, Religioso Não!
"Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!
 Pois que fechais os homens o Reinos dos céus: 
e nem vós entrais, nem deixais entrar
 aos que estão entrando"  Mt 23:13


Em 1970 meu avô Alexandre Jacob, teve um sonho entrando na igreja católico de Frutuoso Gomes-rn e vindo ao seu encontro o Frei Damião no qual era devoto, o  mesmo  lhe  dizia: “Alexandre seja crente e não incrédulo!” a partir deste sonho procurou uma igreja evangélica assembléia de Deus e levantou a sua mão “aceitando Jesus” como seu Salvador, eu ainda era uma criança não entendia aquela mudança, e passei também acompanhá-lo naquela caminhada.
 Era ainda o tempo que crente só assembleiano, como que a igreja assembléia de Deus tivesse uma procuração exclusiva para pregar o evangelho e falar sobre salvação, os irmãos batista para nós na época não era crente, lembro-me que os meus pais anteriormente tinha se convertido na igreja batista de serrinha dos pintos-martins rn, uma senhora por nome de irmã Heronildes  uma certa vez me encontrou na beira de um rio me perguntou:
- Moises é verdade que agora você vai ser da igreja batista? E eu prontamente disse:
- não! na igreja batista só tem largatixa. Eu era apenas um criança que não sabia o que estava falando, pois acreditava que certa era apenas minha igreja, e me lembro que foi dessa forma de pensar que cresci na assembléia de Deus e convivi com muitos irmãos que tinha essa mesma visão principalmente os do interior.
Hoje com 44 anos muitas coisas se passaram e com os ensinamentos dos meus pais e estudando a bíblia aprendi que a salvação só através de Jesus, igreja nenhuma salva, continuo sendo assembleiano e os assembleianos de hoje não pensam como no passado, hoje já temos curso teológico para obreiros, culto de ensino e não de costumes, pastores formados nas mais diversas áreas, ricos, pobres etc.
Sou um discipulador  e um domingo fui substituir um professor que faltou na classe dos senhores, o titulo da lição: “a vida do novo convertido”  comecei perguntando a classe o que era o novo nascimento, após os comentários, um senhor disse que há muitos anos evangelizava em vários lugares e falou a respeito da Salvação, aceitação de Jesus, fiz um pergunta: “ se uma pessoa foi evangelizada(a semente, a palavra de Deus foi plantada)  porém rejeitou naquele momento o convite feito para que ele aceitasse Jesus como salvador, mas a pessoa evangelizada ficou doente para a morte, e no sofrimento lembrou-se das palavras do homem que falou de Jesus e de salvação para ele, agora ele pediu a Jesus perdão pelos seus pecados, reconhecendo Jesus como senhor da sua vida, mas em seguida passando para eternidade, essa pessoa foi perdoada por Jesus? ela pode obter a salvação da sua alma?” a maioria disse que sim, e citou inclusive o perdão do ladrão na cruz ao lado de Jesus que reconheceu que Jesus era inocente, mas para minha surpresa um amado disse:
- “Não! pois ele não confessou aos homens que aceitava Jesus como seu salvador” e para refutar o perdão do moribundo ainda citou Romanos 10:9 “a saber: se com tua boca confessar ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvos”  e para completar um outro irmão perguntou: sou crente e nunca levantei minha mão e ai? E ele disse: “se não aceitar a Jesus, e não levantar a mão vai para o inferno”. Confesso que fiquei surpreso com o pensamento deste crente, em primeiro lugar o apostolo Paulo fala “confessar  ao Senhor Jesus”  e não aos homens, em segundo lugar levantar a mão nunca foi e nunca será confissão de aceitação de Jesus como salvador e sim um maneira de localizar a pessoa que fez a decisão e fazer uma oração apresentando ao Senhor e nada mais do que isto.
Pensei que esse tipo de crente religioso já não existia mais no nosso meio, pois não é essa a doutrina da igreja, foi os religiosos, os escribas e fariseu que levaram a mulher adultera até a Jesus, e quem eram eles?
Os escribas os doutores da lei criaram o sistema conhecido como o ensinamento dos anciãos, Jesus citou o profeta Isaias para refutar os escribas em Mateus 15:7-9 “Hiprócritas, bem profetizou Isaias a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim, mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”.
Os fariseus? Membro de um grupo de judeus que obedecia às leis religiosas rígidas. Os fariseus viveram na Judéia, Palestina, no tempo de Jesus. Não mantinham relações com os não-crentes ou com os judeus estranhos ao seu próprio grupo. Os fariseus consideravam-se mais justos e santos do que os outros em geral.
Os religiosos pensam que tem autoridade de condenar ou salvar os outros, olham e julgam conforme a aparência acha demasiadamente corretos, a sua opinião são irrefutáveis, interpreta a bíblia conforme o que pensam, são legalistas. Amados nenhum religioso ou qualquer pessoa cristã tem qualquer autoridade para condenar ao inferno ou levar-lo ao céu, quem morreu na cruz do calvário para libertar o homem da escravidão do pecado foi Jesus, isto significa que a salvação é individual e não depende de denominação, pastor ou qualquer pessoa, não importa que você seja dizimista ou não, a salvação não se compra com moeda corrente de uma nação, porque a salvação não tem preço, ela já foi pago com preço de sangue.
 No Reino de Deus haverá surpresa como Jesus disse: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhe direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” Mt 7:22,23  dentro das igrejas estão cheias de fariseu e hipócritas, que na igreja é santo e fora vive uma vida que não condiz com a vida de cristão. É por isto amado leitor Cristão Sim, Religioso Não!

MARANATA!
Por  Moisés Jacob.


Bibliografia:
Bíblia de Estudo Pentecostal

LIÇÃO 05 - O REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA - 3º TRIMESTRE/2011


O REINO DE DEUS ATRAVÉS DA IGREJA
Texto Áureo: Mc. 11.5 – Leitura Bíblica: Lc. 17.20,21; Mt. 18.1-5; Mc. 10.42-45


Objetivo: Destacar a importância da Igreja do Senhor Jesus manifestar o Reino de Deus neste mundo, através da proclamação do Evangelho de Cristo.

INTRODUÇÃO
A Igreja não é o Reino de Deus, mas exerce papel preponderante neste. Por isso, na aula de hoje, destacaremos a relevância da Igreja na manifestação do Reino de Deus neste mundo. A princípio, faremos uma análise da Igreja e sua relação com Israel e o Reino de Deus. Em seguida, apontaremos o papel representativo da Igreja no Reino de Deus. E por fim, apresentaremos alguns aspectos éticos do Reino de Deus.

1. ISRAEL, A IGREJA E O REINO DE DEUS
No meio teológico há uma confusão entre o Reino de Deus, Israel e a Igreja. Isso acontece porque a Escritura não apresenta explicitamente essa relação. Conforma já estudamos em lições anteriores, e com base no Novo Testamento, o Reino de Deus é a obra redentora de Deus ativa na história para derrotar seus inimigos e trazer aos homens as bênçãos do reinado divino. Inicialmente o Reino foi disponibilizado a Israel. Quando Jesus enviou Seus discípulos, os orientou para que fossem antes “às ovelhas perdidas de Israel” (Mt. 10.6). Mas aqueles que ouviram a mensagem do Rei a rejeitaram, por isso, no dia do juízo haverá menor rigor para Sodoma do que para aquela geração (Mt. 11.24). Por conseguinte, o convite de Jesus foi estendido a todos, a fim de que venham até Ele, todos que os que estão cansados e sobrecarregados (Mt. 11.28,29). Os Judeus queriam um reino político, por meio do qual poderiam vencer seus inimigos, mas Jesus negou-se a ser coroado (Jo. 6.15), e ofereceu-lhes, ao invés de um reino terreno, o pão espiritual (Jo. 6.52-57). Em Mt. 16 está registrado o propósito do Senhor ao formar um novo povo de Deus, a Igreja. A mensagem do Reino de Deus pode ser confundida, não por acaso, ainda nos tempos de Jesus, já que “muitos dos seus discípulos voltaram atrás e deixaram de segui-lo” (Jo. 6.66), certamente porque esperavam um reino terreno imediato. Apenas alguns poucos, conforme expresso por Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt. 16.16). A igreja recebeu as chaves do Reino, por isso, “o que ligar na terra terá sido ligado nos céus, e o que você desligar na terra terá sido desligado nos céus” (Mt. 16.18,19). A parábola de Mt. 21.33-42 revela com clareza que Deus confiara sua vinha a Israel, mas que o “Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” (v. 43). Por esse motivo Pedro destacou que esse novo povo, a Igreja, é “geração eleita, sacerdócio real, nação santa” (I Pe. 2.9), isso porque, agora, “os que são da fé são filhos de Abraão” (Gl. 3.7).

2. IGREJA, REPRESENTANTE DO REINO
O Reino de Deus impera atualmente por intermédio da Igreja de Jesus Cristo, a ela compete à tarefa de pregar o evangelho do Reino no mundo, por esse motivo Felipe foi para Samaria, a fim de pregar as “boas novas do Reino de Deus e do nome de Jesus Cristo” (At. 8.12) e Paulo para Roma onde pregou primeiro aos judeus e, depois, aos gentios, o Reino de Deus (At. 28.23,31). Os que crêem nessa mensagem são libertos do domínio das trevas e transportados para o Reino do Filho amado de Deus (Cl. 1.13). Assim, ainda que a Igreja não seja o Reino de Deus, o Reino de Deus cria a Igreja e opera no mundo por meio dela, de modo que o Reino de Deus é proclamado pela Igreja. A igreja nada tem a ver com Israel, pois essa teve o seu início no dia de Pentecostes (At. 2; I Co. 12.13). Essa mesma Igreja que deve influenciar a sociedade através da pregação da Palavra de Deus, ela não pode se escusar da responsabilidade de transformar a história, como sal da terra e luz do mundo (Mt. 5.13-16). O mundo precisa que a Igreja seja igreja, mas, infelizmente, existem “igrejas” que preferem ser como o mundo. Cada cristão, nesse contexto, é chamado para representar Cristo ao mundo, tendo, assim, autoridade delegada (II Co. 5.19,20; Mt. 28.19). É importante lembrar ainda que em Gn. 1.28, no tange à Comissão Cultural, Deus chamou Adão para ser Seu representante para multiplicação e para difundir os princípios do reino de Deus sobre a terra. A Igreja precisa estender seus horizontes a fim de influenciar o mundo, para tanto, ela deve ocupar espaços na sociedade, os membros da Igreja devam ser exemplo no padrão bíblico de família, no trabalho honesto, nos princípios econômicos, na execução de leis, na produção científica, na literatura, na música, no cinema e nas artes em geral. Vários cristãos deixaram suas marcas na sociedade, esses servem de exemplo: Martin Luther King Jr. (política), Johannes Sebastian Bach (música), John Donne (literatura), C. S. Lewis (literatura), Jacques Ellul (sociologia), Francis Collins (ciência), Soren Kierkegaard (filosofia), entre muitos outros.

3. O MAIOR E O MENOR NO REINO DE DEUS
Nos reinos (ou governos) terrenos predominam a competitividade, por isso, todos querem ser o maior, ninguém quer ser o menor. O vereador almeja o senado, o prefeito a presidência da república, mesmo na instituição eclesiástica, o diácono aguarda ansiosamente pelo dia em que será consagrado a pastor. Mas no Reino de Deus não é assim, não há espaço para orgulho ou ambição (Mc. 9.33-37). Jesus percebeu imediatamente o perigo da busca pela grandeza, tendo por base o reino dos homens. Por isso, ensinou aos seus discípulos sobre humildade e simplicidade, enquanto características fundamentais dos súditos do Reino de Deus (Mt. 18.2,4). No reino dos homens vale mais quem acumula riquezas materiais, no Reino de Deus vale mais quem é mais humilde, quem se entrega à simplicidade. Por isso, quem quiser ser o maior deva ser identificado com uma criança, não pela condição moral, isto é, sua pureza, mas pelo pouco valor que se costumava dar a essas na sociedade antiga (Mt. 19.13-15). O maior no Reino de Deus é o servo de todos (Lc. 22.26,27), esse é o verdadeiro sentido da palavra “ministro”, todo súdito do Reino é um diácono, na expressão da palavra grega. O próprio Cristo é o maior exemplo de humildade, pois assumiu a condição humana para sacrificar-se pelos nossos pecados (Fp. 2.5-11). O padrão de servidão de Jesus, como modelo para o súdito do Reino de Deus, pode ser destacado a partir das seguintes características: 1) Humildade – Jesus deu o maior exemplo de serventia, lavando os pés dos Seus discípulos, ordenando-lhes que fizessem o mesmo (Jo. 13.12-17); 2) Simplicidade – Jesus orientou aos Seus discípulos para que esses não estivessem demasiadamente preocupados com cargos e posições (Mt. 20.20.27); 3) Prudência – Jesus avaliava as circunstâncias antes de agir, ele pensava antes de tomar decisões (Mt. 10.16); 4) Diligência – Jesus não perdia tempo, Ele fazia o que devia ser feito, sabia escolher as prioridades (Jo. 4.34; 9.4); 5) Amor – Jesus amou aos Seus discípulos incondicionalmente, permanecendo ao lado deles até o fim (Jo. 13.1; Gl. 5.13); 6) Sacrifício – Jesus sacrificou seus interesses em prol dos outros, essa era a Sua missão (Lc. 9.51-56); 7) Misericórdia – Jesus foi misericordioso com os pecadores, tornando-os filhos de Abraão (Lc. 19.1-10); 8) Obediência – Jesus não fazia a Sua vontade, Seu propósito era obedecer à vontade do Pai (Mt. 26.42; Lc. 2.47; Hb. 5.8); 9) Paciência – Jesus sabia o momento certo de agir. Ele usou a expressão “não é chegada a minha hora” para demonstrar essa característica (Jo. 2.4); e 10) Dependência – Jesus dependeu do Espírito Santo para realizar grandes feitos para Deus (Lc 4.18).

CONCLUSÃO
A igreja faz parte do Reino de Deus, na verdade, esta é representante do Reino de Deus na terra. Essa revelação é um privilégio, mas, ao mesmo tempo, uma responsabilidade. Assim como Cristo foi enviado pelo Pai, nos somos enviado por Ele como embaixadores (Jo. 20.21) para manifestar Seu plano e propósito visível e invisível (Mt. 13.11; Ef. 1.9; 3.9-11). Tal responsabilidade nos conclama a um padrão de justiça que exceda a dos escribas e fariseus (Mt. 5.20), tendo Jesus, o Senhor do Reino, como modelo a ser seguido (I Co. 11.1).

                                                     Autor: Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD


BIBLIGRAFIA
CHARLES, C., PEARCEY, N. O cristão na cultura de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
LADD, G. E. O evangelho do Reino. São Paulo: Shedd Publicações, 2008. 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

CORAÇÃO INSENSATO DE NOVELISTAS DA GLOBO PISA EM CRISTÃOS OUTRA VEZ


Coração Insensato de novelistas da Globo pisa em cristãos outra vez

A novela Insensato Coração é patricinada pela empresa Natura, que faz publicidade do perfume Kaiak.




No Brasil, Insensato Coração é a novela com maior número de homossexuais até o momento.

Segundo o jornal O Dia, a parceria Gilberto Braga e Ricardo Linhares, os autores, escreveram cenas de selvageria contra casais gays que irá ao ar nas próximas semanas.

Na segunda-feira, dia 18, uma cena causou protestos contra a Rede Globo. O personagem Chicão (Wendell Bendelack) tem uma fala em que ridiculariza os pais evangélicos, afirmando que eles são idiotas manipulados por um pastor evangélico, e por este motivo os tratam mal.

A tentativa de ridicularizar líderes e cristãos evangélicos em geral gerou reações contra a emissora. O Pastor Silas Malafaia enviou carta de protesto à alta cúpula da emissora.

Faça o mesmo, mostre sua insatisfação:

Atendimento da Rede Globo:

Telefone: 400 22 884 (custo de uma ligação local)

E mail: http://falecomaredeglobo.globo.com/
Mas, não fique apenas nisso, faça levantamento das centrais de atendimento dos patrocinadores de Insensato Coração, e proteste contra eles por apoiarem enredo folhetinesco anticristão. Diga-lhes que como consumir você merece respeito e não aceita comprar marcas que se associem contra o cristianismo.

O personagem Chicão tem o destino traçado, será vítima de violência por causa de sua opção sexual nos próximos capítulos. Sugiro que os cristãos evangélicos acompanhem a trama e anotem os patrocinadores dessa novela. E se por acaso o roteiro colocar evangélicos como homofóbicos, espancadores de homossexuais, então usemos o telefone e o e-mail para reclamar a quem paga os salários desses autores, atores, atrizes e, por conseguinte gera lucros para a Rede Globo.

Façamos a cúpula da emissora, agências de propagandas e os detentores de marcas de patrocínios, constatarem que audiência alta nem sempre é sinal de aprovação do telespectador. Reaja. Proteste. Vá às compras e boicote marcas de produtos que não respeitam a sua fé e faça os fabricantes saberem que está comprando produtos da concorrência.

Por: Eliseu Antonio Gomes

LIÇÃO 04 - A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO - 3º TRIMESTRE /2011


A COMISSÃO CULTURAL E A GRANDE COMISSÃO
Texto Áureo: Mt. 28.19 – Leitura Bíblica: Gn. 1.26-30; Mc. 16.15-18,20

Objetivo: Refletir sobre o caráter integral da evangelização, envolvendo tanto a Grande Comissão quanto a Comissão Cultural.

INTRODUÇÃO
A igreja de Jesus Cristo, por sua própria constituição, é evangelizadora. Nesse particular, não podemos adotar uma atitude “politicamente correta”, ainda que o mundo queira que “cada um fique na sua”. Em obediência à Palavra do Senhor, devemos cumprir a tarefa missionária, pregar o evangelho, difundir as doutrinas do Reino. Na aula de hoje, estudaremos a respeito das duas comissões com as quais a Igreja deva estar envolvida, a Grande Comissão e a Comissão Cultural.

1. AS DUAS COMISSÕES
A palavra “comissão”, de acordo com o Dicionário Aurélio, significa “encargo, incumbência, tarefa e missão”. Cabe à Igreja do Senhor a tarefa de cumprir sua comissão, com um detalhe especial para o prefixo “co” na composição do vocábulo. Não podemos desempenhar essa missão sozinhos, precisamos depender dEle, sem Ele nada podemos fazer (Jo. 15.5), por essa razão Ele orientou aos seus discípulos para que aguardassem o poder do alto (Lc. 24.49), e para que recebesse o poder do Espírito Santo a fim de testemunhar dEle em Jerusalém, Judéia e Samaria e até os confins da terra (At. 1.8). No sentido de tarefa ou ordenança existem várias comissões dadas à Igreja, mas, em relação à obra de evangelização, destacamos as duas principais: a Grande Comissão e a Comissão Cultural. A primeira diz respeito à tarefa de levar a mensagem de salvação para todo o mundo, cumprindo a ordenança missionária. A segunda alude à tarefa dada por Deus ao homem a fim de difundir os valores do Reino na cultura, de modo a refletir o projeto original de Deus, em todos, na família, na ciência, nas artes, na política, na economia etc. Atentemos, a princípio, para o conceito de cultura a partir de uma abordagem antropológica, distinta daquele que as pessoas utilizam no cotidiano, quanto afirmam que alguém tem ou não tem cultura. A cultura é um padrão nos comportamentos humanos e as práticas dele decorrentes, refletidos nos modos de pensar e viver de uma sociedade. A cultura, nesse contexto, é uma produção humana, são os valores que a comunidade atribui às suas crenças, e as vivências a partir delas. Por isso, alguns estudiosos costumam associar a cultura à ideologia, isto é, ao modo de ver a realidade. O cristão, por sua vez, se posiciona diante dessa realidade a partir de um prisma diferenciado, já que tem a mente de Cristo (I Co. 2.16), por conseguinte, leva todo entendimento cativo à obediência a Cristo (II Co. 10.5).

2. A GRANDE COMISSÃO
A igreja de Jesus não pode ficar circunscrita às quatro paredes, ela precisa ir adiante, levar a mensagem do evangelho de Cristo. A análise dos textos finais dos evangelhos segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, e do início de Atos, revela a teologia bíblica da Grande Comissão. Tais textos não se encontram em oposição, antes se complementam, a partir deles a Igreja aprende a obedecer ao imperativo missionário. Em Mt. 28.19, diz Jesus, “indo”, na verdade o ide, poreoumai em grego não está no imperativo, mas no particípio. O Senhor sabia que a Igreja iria, já que essa é a condição de ser Igreja, ela não pode ficar estagnada, acomodada em um mesmo lugar. O imperativo está no “fazei discípulos”, que está atrelado à instrução de Cristo, haja vista que compete à Igreja ensinar aos discípulos a “guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”. Nos dias atuais, em que a preocupação de muitas igrejas é tão somente aumentar o número de membros, a orientação de Jesus é para façamos discípulos, que neguem a si mesmos, tomem a sua cruz e sigam após Ele (Mt. 16.24). De acordo com o registro de Marcos, o alcance da Igreja, ao fazer missões, deva ser “toda criatura” (Mc. 16.15), ou melhor, a qualquer pessoa, em qualquer lugar, não existem fronteiras demarcadas, onde estiver um pecador, ali estará um necessitado da graça de Deus, lá deva chegar a boa nova da Palavra de Deus, certos de que “quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mc. 16.16). Lucas, em sua narrativa, ressalta o conteúdo a ser propagado, “o arrependimento e a remissão dos pecados” (Lc 24.47). Essas verdades não podem ser abolidas, nem mesmo minimizadas, o pecado é uma realidade constatável no cotidiano, e, por causa dele, o ser humano se encontra alienando de Deus (Rm. 3.23), por outro lado, o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo (Rm. 6.23), o arrependimento dos pecados é uma condição necessária (Mt. 3.2; At. 2.38). O exemplo a ser seguido, na execução da Grande Comissão, é o do próprio Cristo, que tinha convicção do Seu chamado, a certeza de estar no centro da vontade do Pai, e que havia sido por Ele enviado (Jo. 20.21), para essa tarefa, que, pela sua natureza espiritual, deva ser desenvolvida pelo poder do Espírito Santo (At. 1.8) que resultará em autoridade para fazer proezas para o Reino de Deus.

3. A COMISSÃO CULTURAL
A Grande Comissão e a Comissão Cultural estão interligadas, já que Cristo nos enviou para “fazer discípulos” (Mt. 28.19). Na medida em que fazemos discípulos para Cristo, levamos adiante Seus ensinamentos, difundimos valores que provêem de Deus. No princípio, conforme registrado no livro do Gênesis, o projeto inicial de Deus era estabelecer o Seu governo sobre os homens. No capítulo 3, versículo 28, diz o Senhor a Adão: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”. Essa é uma comissão cultural, Deus chamou a humanidade para a mordomia da terra, talvez os termos traduzidos para o português não reflitam a especificidade dessa ordenança. Para “sujeitar” e “dominar” a terra, o ser humano não precisa destruí-la, como tem acontecido ao longo desses últimos anos. A relação da humanidade com a terra precisa ser responsável, a natureza geme, e sofre, desde a Queda (Gn. 3), ela passa por dores de parto até agora (Rm. 8.22), essa talvez seja uma das razões de tantas catástrofes mundiais que testemunhamos atualmente. Como súditos do Reino de Deus, fazemos parte do processo de redenção da natureza, por isso, devemos atentar para o cuidado com o meio-ambiente. Essa é apenas uma das dimensões da Comissão Cultural, em Gn. 1.28, o pronome “todo” ressalta uma dimensão mais ampla. Como cidadãos do Reino do Senhor Jesus, devemos atuar nas diversas esferas da sociedade, sejam elas, educacionais, artísticas, médicas, jurídicas, políticas, sociais e econômicas, ensinado a obedecer todas as coisas que Cristo ordenou (Mt. 28.19). Essa comissão dessa tarefa não será bem sucedida a menos que os imbuídos de tal responsabilidade conheçam a mensagem do Reino. Caso contrário, a Igreja poderá assumir padrões culturais que nadam têm de cristão, que, muitas vezes, são normas mundanas travestidas de supostos fundamentos bíblicos. O ponto de partida para a obediência da Comissão Cultural é a desconstrução de um paradigma vigente no contexto cristão, a diferenciação equivocada e antibíblica entre o “sagrado” e o “secular”. A Palavra de Deus nos orienta a fazer distinção entre o “sagrado” e o “profano”, não entre o “sagrado” e o “secular”, pois todas as coisas, quer sejam feitas na igreja, em casa, na escola, no trabalho, ou em qualquer lugar, em obediência à Palavra, são sagradas e glorificam a Deus (I Co. 10.31).

CONCLUSÃO
A sociedade mundana vai de mal a pior, distante dos valores do Reino de Deus. Como súditos do Senhor, devemos levar adiante a Sua mensagem. Não podemos deixar de atentar para a evangelização, o cumprimento da ordenança de “fazer discípulos”. Mas não podemos restringir a mensagem apenas a Grande Comissão, essa precisa ser ampliada na dimensão da Comissão Cultural, propagando valores que percebam o ser humano em sua integralidade, “corpo, alma e espírito” (I Ts. 5.23). Em um contexto relativista, a Igreja deva ser a coluna e a firmeza da Verdade (I Tm. 3.15) em todas as esferas da sociedade, considerando a Soberania de Cristo, já que “nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele” (Cl. 1.26)    
                                                Autor: Pb. José Roberto A. Barbosa
             Fonte: www.subsidioebd.blogspot.com
Twitter: @subsdioEBD

BIBLIGRAFIA
CHARLES, C., PEARCEY, N. E agora, como viveremos? Rio de Janeiro: CPAD, 2000.
CHARLES, C., PEARCEY, N. O cristão na cultura de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

OBREIROS SÃO PRESOS POR FALSAS ACUSAÇÕES

ÍNDIA (32º) - Dois obreiros foram presos na Índia. Um deles foi libertado no mesmo dia, horas depois, mas o outro permanece na prisão.

Rahul AAkkunj foi preso no dia 2 de julho, acusado de ser membro de um conhecido grupo rebelde. Rahul não faz parte desse grupo, ao contrário, ele é pastor de uma igreja na vila onde está preso. As acusações vieram após uma reunião de oração e jejum liderada por Rahul. Os moradores da comunidade local se espantaram com o crescimento da igreja e estavam com medo de a religião tradicional ser suplantada.

Rahul foi levado à cadeia na segunda-feira e tentou pagar a fiança, mas isso lhe foi recusado. As autoridades locais disseram que as acusações contra Rahul são graves e ele deverá permanecer na prisão, até que haja uma audiência sobre o caso.

Alguns quilômetros mais à frente, Murli Ghulam foi preso no sábado. Ele foi acusado de forçar pessoas a se converter ao cristianismo, depois de ter organizado uma reunião de oração para 25 pessoas na casa de um cristão local. Um grupo de extremistas anticristãos levou a polícia até a casa. Eles acabaram com o culto e prenderam o obreiro.

Murli foi interrogado pelas autoridades locais sobre as acusações que haviam sido levantadas contra ele. Ele explicou com clareza que não estava obrigando ninguém a mudar de fé e se tornar um cristão. Ele foi libertado no domingo.

As regiões em que Murli e Rahul servem possuem rigorosas leis, que delineiam o processo pelo qual um indivíduo pode mudar de religião. As regras são oficialmente conhecidas como “leis de liberdade de religião”, e foram decretadas para evitar a conversão pela força, por fraude ou por aliciamento.

As leis foram criadas para proteger aqueles que praticam as religiões tradicionais de ser forçados a se converter à fé ocidental por um pastor ou obreiro. Em muitos casos, especialmente aqueles que envolvem o cristianismo, os extremistas acusam os pastores de forçar as pessoas a mudar de fé, mesmo quando eles testemunham que escolheram por vontade própria, como no caso de Murli.

Em algumas áreas, os novos crentes são obrigados a registrar sua religião no governo local. Há uma infinidade de penalidades e multas para quem não seguir todas as regras descritas nessa legislação.

Tradução: Portas Abertas
FONTE:   Portas Abertas



LIÇÃO 03 - A VIDA DO NOVO CONVERTIDO - 3° TRIMESTRE/2011


A VIDA DO NOVO CONVERTIDO
Texto Áureo: II Co. 5.17 – Leitura Bíblica: II Co. 5.17; Tt. 2.11-13; 3.3-8

Objetivo: Refletir sobre a vida do novo convertido, enquanto nova criatura, que, a partir do novo nascimento, passa a viver em plena comunhão com Deus, reconhecendo o senhorio de Cristo.

INTRODUÇÃO
O novo nascimento, ou o nascimento de cima, conforme expresso por Jesus a Nicodemos em Jo. 3.3, é condição para ver o Reino de Deus. O crente recém-nascido na igreja é comumente denominado de novo convertido. Na lição de hoje estudaremos a respeito desse primeiro passo na caminhada cristã. A princípio, atentaremos para a posição de nova criatura em Cristo, em seguida, para a vida dessa nova criatura, e, ao final, para a condição do novo convertido.

1. NOVO CONVERTIDO, NOVA CRIATURA
A doutrina do novo nascimento, ou o nascimento de cima, se tornou amplamente impopular nas igrejas evangélica, especialmente entre o movimento pseudopentecostal (comumente chamado de neopentecostal). Essa, no entanto, é uma revelação bíblica, expressa pelo Senhor Jesus, quando condicionou a entrada no Reino de Deus ao novo nascimento. Em II Co. 5.17 Paulo reforça esse ensinamento ao dizer que, “se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. A nova criatura, kaine ktisis em grego, é uma realidade que não está restrita aos primeiros dias de fé, mas ao fato de o ser humano, em Cristo, ter assumido uma nova posição. O versículo 17 está em conexão com o 16, por esse motivo, há um elemento de relação gramatical: “assim que”. Para Paulo, o fato de Jesus ter morrido e ressuscitado ensejou a construção de outra dimensão, isto é, a vivemos sempre de bom ânimo (II Co. 5.6), não mais pelo que vemos, mas pela fé (II Co. 5.7), na expectativa do tribunal de Cristo, quando as obras dos crentes serão julgadas (II Co. 5.10); constrangidos pelo amor de Cristo (II Co. 5.14), por isso, “as coisas velhas já passaram”. É nesse contexto que, diz Paulo aos Gálatas, “Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura” (Gl. 6.15) e os que andam assim, “paz e misericórdia” (Gl. 6.16). Isso porque fomos criados em Cristo Jesus (Ef. 2.10), para tanto, revestidos do novo homem, a fim de sermos segundo a imagem daquele que o criou (Cl. 3.10).

2. A VIDA DA NOVA CRIATURA
O motivo para essa nova realidade é que a graça de Deus, isto é, Seu favor imerecido, se manifestou em Cristo, a fim de trazer salvação à humanidade (Tt. 2.11). Paulo diz, em Cl. 1.26-28: “O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos; aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória; a quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo”. Porque Cristo se manifestou, em graça, a bendita esperança da nova criatura é a revelação gloriosa do “grande Deus e nosso Senhor” (Tt. 2.13). Enquanto essa não acontece, devamos permanecer nos ensinamentos do Mestre, sendo educado, nos cultos de instrução, nos estudos bíblicos, na Escola Bíblica Dominical, a fim de que vivamos, “renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas”, a presença do aoristo grego, nessa declaração, intensifica o caráter dessa decisão, que deva ser definitiva, sem fazer concessão ao pecado, negando peremptoriamente em palavras e obras a impiedade, asebeia em grego que pode também significar a irreverência em relação às coisas de Deus e as concupiscências mundanas, tas kosmikas epithumias em grego, os desejos desenfreados que governam as vidas daqueles que estão distanciados de Deus. Neste presente século, vivamos não mais para nós mesmos, mas para Aquele que por nós morreu e ressuscitou (II Co. 5. 15), do seguinte modo: sobriamente (sophronos) – com a mente sã, moderada, discretamente; justamente (dikaios) – honestamente, retamente; e piamente (eusebos) – em disciplina espiritual. A esse respeito diz o Apóstolo aos Romanos, aplicável a todos os crentes atuais, sejam novos ou velhos convertidos: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Rm. 12.1,2).

3. A CONDIÇÃO DA NOVA CRIATURA
Anteriormente éramos “insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros” (Tt. 3.3). Felizmente apareceu um “mas” em nossas vidas, uma conjunção adversativa, um “porém”, isso aconteceu “quando apareceu a benignidade e o amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens”. A manifestação de Cristo traz uma implicação ético-existencial para a nova criatura, essa não pode mais continuar vivendo como antigamente, cometendo os mesmos pecados de outrora. Não fomos salvos pelas obras próprias, pois a salvação é pela graça, por meio da fé (Ef. 2.8,9), no entanto, depois de salvos, devemos praticar boas obras, as quais Deus mesmo preparou para que andássemos nelas (Ef. 2.8,10), a maioria dos cristãos lembram bem dos versículos 8 e 9 do capítulo 2 da Epístola de Paulo aos Efésios, mas esquecem do importante versículo 10. As obras não conduzem à salvação, mas devam acompanhar a salvação, elas manifestam, perante a sociedade, que de fato somos nascidos de Deus (I Jo. 5.1,4,18). Afinal, conforme expressou Tiago, a fé sem as obras é morta (Tg. 2.14-26), é por meio delas que as pessoas que nos cercam podem ver que pertencemos a Deus. Essa não é uma palavra de homens, mas de Deus, portanto, “fiel e digna de aceitação” (I Tm. 4.9), portanto, devemos dizer “amém”, a Palavra de Deus é inspirada pelo Espírito, é a partir dela que a nova criatura pauta a sua vida, ela é “proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (II Tm. 3.16,17).

CONCLUSÃO
Aplicar-se às boas obras deva ser a meta principal de todo cristão, novo ou antigo convertido, o motivo, diz o Apóstolo, é que estas coisas são “boas e proveitosas” (Tt. 3.8), os temos gregos são kalos, que quer dizer excelentes, nobres e ophelimos, lucrativas. Nesse tempo em que as pessoas somente pensam no ter, o desafio do crente é o ser, buscar a vontade de Deus, vivendo a partir dos princípios do Reino de Deus, distintos dos valores dessa era presente. Os que são novas criaturas em Cristo, portanto, vivem a partir de uma nova realidade, as coisas velhas se passaram tudo se fez novo. A partir de então, seu olhar sobre o mundo e suas atitudes em relação à vida devem estar em conformidade com aqueles que são súditos do Reino de Deus.

                                                  AUTOR: Pb. José Roberto A. Barbosa
                     FONTE: www.subsidioebd.blogspot.com/
                  Twitter: @subsidioEBD

BIBLIOGRAFIA
LADD, G. E. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Exodus, 1997.
ZUCK, R. B. Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

HARRY POTTER - FAMILIARIZANDO-SE COM A FORÇA DA FEITIÇARIA


Harry Potter - Familiarizando-se Com a Força da Feitiçaria

“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Romanos 12.21).

A força por trás de Harry Potter

Até o momento não conheço nenhum livro ou filme infanto-juvenil que tenha passado com tanta eficiência o conceito de “Deus” como uma “força energética” do que a série cinematográfica Star Wars (Guerra nas Estrelas).
Obiwan Kenobi, um guerreiro Jedi dos filmes Star Wars, é um perfeito porta-voz desta “força impessoal” quando define-a para o jovem Luke Skywalker:
A força é o que dá ao Jedi o seu poder. A força é um campo de energia criada por todas as coisas vivas: cerca-nos e penetra-nos. E une a galáxia. [...] Precisa aprender como age a força. [...] Aprenda sobre a força, Luke.
Do ponto de vista do cristianismo, é inconcebível pensar que esta “força impessoal” seja Deus. Na Bíblia Sagrada existem duas forças diametralmente opostas, uma do bem e outra do mal, atuando no Cosmo. Por outro lado, tanto na série Star Wars quanto na série Harry Potter a noção é puramente taoísta: existe apenas uma força que pode ser manipulada tanto para o bem como para o mal, portanto o bem e o mal viriam da mesma fonte, teriam uma só origem. A série Harry Potter ressalta o bem e o mal como se ambos fossem um.
Como disse Quirrell, o primeiro professor de Defesa Contra as Artes das Trevas de Harry Potter, possesso pelo mau Voldemort: “Não existe bem nem mal, só existe o poder”.
Como disse Quirrell, o primeiro professor de Defesa Contra as Artes das Trevas de Harry Potter, possesso pelo mau Voldemort: “Não existe bem nem mal, só existe o poder”.[1]
Isso fica logo claro, ainda na primeira metade do primeiro livro da série. Harry Potter, sem saber, adquire uma varinha mágica semelhante à do seu rival Voldemort.
O senhor Olivaras, vendedor de varinhas mágicas, faz o seguinte comentário para Potter:
– Bravo! Mesmo, ah, muito bom. Ora, ora, ora... que curioso... curiosíssimo...
Repôs, a varinha de Harry na caixa e embrulhou-a em papel pardo, ainda resmungando:
– Curioso... curioso...
– O senhor me desculpe – disse Harry –, mas o que é curioso?
O Sr. Olivaras encarou Harry com aqueles olhos claros.
– Lembro-me de cada varinha que vendi, Sr. Potter. De cada uma. Acontece que a fênix cuja pena está na sua varinha produziu mais uma pena, apenas mais uma. É muito curioso que o senhor tenha sido destinado para esta varinha porque a irmã dela, ora, a irmã dela produziu a sua cicatriz.
Harry engoliu em seco.
– É, tinha trinta e quatro centímetros. Puxa. É realmente curioso como essas coisas acontecem. A varinha escolhe o bruxo, lembre-se... Acho que podemos esperar grandes feitos do senhor, Sr. Potter... Afinal, Aquele-Que-Não-Se-Deve-Nomear realizou grandes feitos, terríveis, sim, mas grandes.
Harry estremeceu. Não tinha certeza se gostava do Sr. Olivaras. Pagou sete galeões pela varinha e o Sr. Olivaras curvou-se à saída deles.[2]
O mais inquietante é que ficamos sabendo, no decorrer da série, que alguns dos poderes mágicos de Potter foram transferidos do temível Voldemort diretamente para o infante Harry, por ocasião da tentativa de matá-lo quando bebê. É como se a carga má de Voldemort tivesse sido drenada para Potter.
Até ao final do quarto livro da série, Harry Potter tem sido fiel ao lado bom da força (como aquela turma de Luke Skywalker em Star Wars) representada por Alvo Dumbledore.
A autora consciente ou inconscientemente transfere para o bruxo Dumbledore a figura de “Deus”. Dumbledore é antigo, todo-poderoso, sábio, calmo, seguro e piedoso, enfim, uma pessoa em quem Potter pode confiar. Os leitores também passam a respeitar e admirar o principal e mais experiente bruxo “bom” da série.
Ao final do segundo livro, Harry Potter e a Câmara Secreta, Potter foi salvo de um ataque do Lord Voldemort pelo fênix de Dumbledore. O fênix só ajudou Harry porque o menino tinha demonstrado uma “verdadeira lealdade” a Dumbledore.[3]
No terceiro livro, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, após tomar um tremendo susto com uma criatura estranha (“um dementador”), Potter sente-se calmo com a presença de Alvo Dumbledore.[4]
Os livros sugerem, a exemplo de algumas religiões pagãs orientais, que a única diferença entre o bem e o mal é apenas a direção em que você vai usar a força impessoal. Essa é uma cosmovisão de uma força dualística, contrária à Palavra de Deus.

DEPUTADO PROPÕE ISENÇÃO FISCAL SÓ ÀS IGREJAS COM TRANSPARÊNCIA EM CONTAS


Deputado propõe isenção fiscal só às igrejas com transparência em contas

Deputado propõe isenção fiscal só às igrejas com transparência em contas
O deputado Audifax Barcelos (PSB-ES) protocolou o PLC (Projeto de Lei Complementar) 65/11 que regulamenta a isenção fiscal às religiões e concede o benefício somente aos templos que apresentarem transparência em sua contabilidade. Pela proposta, os templos deverão registrar com “exatidão” em livros ou em meios digitais suas receitas e despesas.

O PLC determina que as igrejas não poderão “distribuir [a terceiros] qualquer parcelas de seu patrimônio ou de sua renda a qualquer título”. No caso de a religião ser extinta, seu patrimônio – incluindo os templos -- será doado a outra entidade religiosa que atenda aos requisitos da lei.

As religiões ficarão também obrigadas a aplicar seus recursos no Brasil de acordo com os objetivos registrados em seu estatuto ou contrato social.

O PLC define como templo todo “edifício ou o terreno dedicado ao culto religioso, todo o patrimônio imóvel, as edificações que permitam, direta ou indiretamente, a realização, a manutenção ou a extensão das atividades religiosas”.

Barcelos afirmou que decidiu apresentar o PLC porque existem pessoas que se aproveitam da isenção fiscal para obter vantagens pessoais. “Elas tentam ocultar a ocorrência de fatos gerados de obrigações tributárias, mediante a utilização indevida de aparato religioso, visando a confundir a autoridade fiscal”.

Para ser votado no plenário, o PLC terá de obter parecer favorável nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de sobrevir ao poderoso lobby no parlamento das religiões. 


Fonte: Paulopes
  Via:       GOSPEL 10

sábado, 9 de julho de 2011

SILAS MALAFAIA COMENTA O PEDIDO DE MILITANTES GAYS PARA CASSAR SEU REGISTRO DE PSICÓLOGO


O pastor diz que isso é um ato de intolerância dos homossexuais, pois essas acusações são ridículas
Silas Malafaia comenta o pedido de militantes gays para cassar seu registro de psicólogo
pastor Silas Malafaia se manifestou sobre a nova tentativa dos ativistas gays de cassar seu registro de psicólogo junto ao Conselho de Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. O pedido foi feito há duas semanas acusando o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo de cometer práticas homofóbicas.
Silas Malafaia questiona que tipo de relação o Conselho de Psicologia tem com o seu programa televisivo, o Vitória em Cristo, onde ele responde como pastor e não como psicólogo. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo também chama atenção para a intolerância religiosa praticada por esses militantes.
“Eles tentaram por três vezes cassar o meu registro de psicólogo, não deu em nada, foi tudo arquivado,” diz o pastor que ainda explica o motivo desses processos terem sido arquivados. “É ridículo, os caras falam que eu como pastor na televisão tive procedimentos homofóbicos, mas eu não estou na televisão falando como psicólogo.”
Malafaia também lembra que o Supremo Tribunal Federal (STF) quando julgou a marcha da maconha reconheceu que a liberdade de expressão faz parte do Estado Democrático. “Quer dizer que eu não posso ir para televisão falar contra a prática dos homossexuais?” Questiona o líder da Advec.
Ele também usa o espaço para dizer aos pastores que prefere não se manifestar sobre o homossexualismo que denunciar a prática não significa que ele odeia os homossexuais.
“Eu amo os homossexuais, mas não amo as práticas dos homossexuais. É só pra vocês verem que é perseguição pura, eles querem colocar uma mordaça na sociedade e querem ficar livres para falar e fazer o que quiserem”, disse Malafaia que relembra o grupo de homossexuais que na Parada Gay ridicularizou símbolos católicos.
“Sou livre para criticar,” encerra o pastor que diz não temer a nada.
Assista ao vídeo:
Fonte: Gospel Prime

LIÇÃO 02 - A MENSAGEM DO REINO DE DEUS - 3° TRIMESTRE/2011


A MENSAGEM DO REINO DE DEUS
Texto Áureo: Mc. 1.15 – Leitura Bíblica: Mc. 1.14,15; Mt. 5.3-12; Rm. 14.17

Objetivo: Mostrar aos alunos que o comportamento do cristão dever ser pautado pela mensagem do Reino de Deus.

INTRODUÇÃO
O Reino de Deus se revela em Cristo, uma Pessoa, o próprio Rei. Mas para ser súdito desse Reino é preciso conhecer e obedecer a Sua mensagem. Por isso, na aula de hoje, estudaremos a respeito dos ensinamentos essenciais àqueles que fazem parte do Reino de Deus. A princípio, destacaremos que esse é um Reino espiritual, em seguida, abordaremos a mensagem desse Reino, e por fim, o significado espiritual desse Reino para os cristãos de todos os tempos.

1. O REINO DE DEUS É ESPIRITUAL
Ao longo da história, a igreja confundiu-se sempre que acreditou que o Reino de Deus era material. No Século IV, por ocasião da constantinização do cristianismo, e por conseguinte, do romanismo, alguns cristãos se empolgaram com a implantação da religião cristã através do Império. O resultado consta nos anais da história e entristecem a todos aqueles que amam a verdade do Evangelho de Cristo. A igreja que deveria influenciar o mundo, como sal da terra e luz do mundo (Mt. 5.13-16), deixou-se conduzir pelos benefícios estatais, e, por fim, redeu-se totalmente às barganhas do poder temporal. Jesus sabia muito bem que a relação igreja-estado precisa ser bem demarcada. A igreja precisa influenciar o Estado, mas não pode confundir-se com ele. O Estado sempre terá interesse de ter domínio sobre a Igreja, a fim de diminuir sua força profética. Por esse motivo o Senhor declarou para Pilatos: “O meu Reino não é deste mundo; se o meu Reino fosse deste mundo, lutariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas, agora, o meu Reino não é daqui” (Jo. 18.36). Os valores do Reino de Cristo não se afinam com aqueles apresentados pela política secular. A política dos homens age por meio da barganha, ao invés de se comprometer com o próximo, os interesses pessoais falam mais alto (Lc. 9.57-62). A política dos homens não ama as pessoas, vêem-nas apenas como eleitores em potencial, tudo faz na expectativa do retorno, de receber um voto em troca, é sem graça, pois não existe favor imerecido, não há possibilidade para o perdão (Mt. 18.26,27). A política dos homens tudo faz para aparecer, depende de projeção pessoal (Mt. 20.20-28), de visibilidade da qual se alimenta, sem a qual não obterá votos, por isso carece de humildade, uma das características dos cidadãos do Reino de Cristo (Mt. 18.4). O Reino de Deus é um governo espiritual, nada tem a ver com os governos humanos. Mesmo assim, como cristãos, devemos contribuir com a sociedade na qual estamos inseridos, exercer a cidadania através do voto e orar pelos representantes democraticamente eleitos (I Tm. 2.1,2), e quando for o caso, nos opormos se esses ferirem os princípios do Reino (At. 5.29), não apenas no tocante à agenda moral, mas também à social, esta última geralmente esquecida pelos cristãos evangélicos.

2. A MENSAGEM DO REINO DE DEUS
Não podemos apartar o Reino da mensagem do Rei Jesus, a Pessoa de Cristo é fundamental à constituição do Reino, mas não podemos desprezar Seus ensinamentos, caso contrário, reduziremos a fé cristã a puro subjetivismo e experiencialismo religioso. Os princípios do Reino de Deus estão registrados nas páginas dos evangelhos, especialmente no Sermão do Monte, nos capítulos 5 a 7 do Evangelho segundo Mateus. No capítulo 5, versículos 3 a 12 o Senhor Jesus destaca algumas características dos súditos do Reino: 1) pobreza de espírito – a riqueza é um empecilho para entrar no Reino de Deus (Mt. 19.16,17), mas existem aqueles que são ricos, mesmo sendo pobres, isto é, estão imbuídos do espírito de grandeza, não têm humildade para reconhecerem a necessidade de Cristo; 2) choro pela condição – para entrar no Reino, é preciso reconhecer a condição espiritual na qual se encontra nascer de novo (Jo 3.3), chorar diante de Deus, arrepender-se dos pecados, receber o consolo através do perdão; 3) mansidão – esse é um dos aspectos do fruto do Espírito (Gl. 5.22), diz respeito à disposição espiritual para reder-se a Deus, não buscar represálias pela força humana, estar disposto a perdoar aqueles que causam dano, Jesus é o grande exemplo, Ele disse ser manso e humilde de coração (Mt. 11.29); 4) famintos e sedentos de justiça – no mundo campeia a injustiça, as pessoas agem em conformidade com seus interesses egoístas. O pobre é menosprezado, suas necessidades são desconsideradas, os súditos do Reino de Deus não podem compactuar com tais atitudes, devem clamar por justiça (Tg. 5.4), mas não podem esquecer que também são pecadores, carentes da justificação de Deus em Cristo, para salvação dos pecados (Rm. 3.24-26); 5) misericordioso – disposição para não levar em conta a ofensa do outro, deixando de tratá-lo como merece (Cl. 3.13; Ef. 4.32), antes demonstrando misericórdia, lembrando que devemos perdoar, pois também fomos perdoados (Lc. 6.37; Tg. 5.9); 6) pureza de coração – a justificação através do sacrifício vicário de Cristo é a base para a pureza de coração, ninguém pode ser santo, a menos que tenha sido justificado (Hb. 9.14; I Jô. 1.6,7), mas isso não deva isentar o súdito do Reino da busca pela santificação (Gl. 5.16; Hb. 12.14); 7) pacificadores – os súditos do Reino não promovem a guerra, nem mesmo as chamadas guerras “justas”, agem sempre com vistas à pacificação, pois nosso Deus é de Paz (Hb. 13.20) que em Cristo nos reconciliou com Ele mesmo (II Co. 5.19,20) e nos dá a Sua paz, que o mundo desconhece (Jo. 14.27), e que é aspecto do fruto do Espírito (Gl. 5.22); 8) perseguidos – os súditos do Reino não temem a perseguição, pois sabem que essa é uma consequência do discipulado (Jo. 7.7; 15.19; II Tm. 3.12), mas não devem desanimar (I Pe. 3.14), antes se alegrarem, certos do galardão nos céus (Mt. 5.12).

3. O SIGNIFICADO DO REINO DE DEUS
Estudamos, desde a lição passada, várias definições de Reino, mas cabe ainda perguntar: O que é o Reino de Deus, e mais importante ainda: qual o significado do Reino de Deus? Paulo responde em Rm. 14.17: “Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”. Esse versículo precisa ser compreendido no contexto da passagem, na qual o Apóstolo trata sobre a liberdade cristã diante das censuras entre os crentes do primeiro século, sobre o que poderiam ou deveriam deixar de comer. Ele destaca, como em I Co. 8.8, que o que comemos ou deixamos de comer não nos caracteriza como partícipes e súditos do Reino de Deus. Na verdade, algumas práticas religiosas e legalistas existentes em algumas igrejas, apenas servem para desvirtuar o verdadeiro significado da fé cristã (Hb. 9.10; 13.9), em alguns casos, servem apenas para a ostentação humana, pura carnalidade (Cl. 2.21-23). O significado do Reino de Deus é: 1) Justiça – o pecador recebe a justificação em Cristo quando se arrepende dos seus pecados (Rm. 3.21-25; 5.1; 8.33,34). É o Espírito Santo, por meio da Palavra, que convence o homem e a mulher do pecado, da justiça e do juízo (Jo. 16.8). A justiça dos homens é falha, muitos veredictos são dados contra os mais pobres e necessitados, para beneficiarem os poderosos; 2) Paz – em virtude da justiça de Deus, podemos ter a paz que excede a todo e qualquer entendimento (Fp. 4.7), antes estávamos distanciados de Deus, por causa dos pecados, mas Ele, pela Sua graça, nos atraiu para Si (Rm. 5.1-3), resultante dessa paz, podemos, agora, ter paz uns com os outros (Rm. 12.18; Hb. 12.14) e com nós mesmos (Cl. 3.15); e 3) Alegria – o fundamento da alegria, tal como o da paz, é o Espírito Santo, produzindo o Seu fruto em nós (Gl. 5.22), tal fruto é cultiva a partir do relacionamento com o Pai (II Pe. 3.1; 4.4,10). Mesmo em meio às provações, na Prisão em Roma, Paulo escreveu uma Epístola aos Filipenses, comumente denominada de Carta da Alegria, apesar de tudo, Ele se regozijava no Senhor (Fp. 4.4).

CONCLUSÃO
Os súditos do Reino de Deus precisam estar atentos à mensagem do Reino, cuidando para que essa não se transforme em meras exterioridades. O Reino de Deus não é uma religiosidade fundamentada na aparência, não é constituída pelo poder mundano. O Reino de Deus é espiritual, portanto, deve ser assumido como tal. Todos aqueles que são cidadãos do Reino de Deus passaram pela experiência do novo nascimento e vivem como filhos de Deus, em justiça, paz e alegria, sendo, por esse motivo, bem-aventurados, isto é, mais do que felizes, mesmo em meio às perseguições.

Autor: Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

BIBLIOGRAFIA
COUTO, G. A transparência da vida cristã. Rio de Janeiro: CPAD, 2001.
LADD, G. E. O evangelho do Reino. São Paulo: Shedd Publicações, 2008.