quinta-feira, 30 de junho de 2011

LIÇÃO 01 - O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS - 3º TRIMESTRE/2011


O PROJETO ORIGINAL DO REINO DE DEUS
Texto Áureo: Mt. 6.33 – Leitura Bíblica: Mc. 4.1-3,10-12; Lc. 17.20,21


Objetivo: Ensinar aos alunos que o Reino de Deus consiste em uma vida de amor, justiça, devoção, paz e alegria no Espírito Santo.

INTRODUÇÃO
Iniciamos mais um Trimestre na Escola Bíblica Dominical. Estudaremos a respeito da Missão Integral da Igreja. Teremos a oportunidade de aprendermos sobre a igreja no contexto do Reino de Deus. Na lição de hoje mostraremos algumas das diversas interpretações do Reino de Deus e sua fundamentação bíblica no Antigo e Novo Testamento. Esse é um tema importante a ser estudado, considerando que o Reino de Deus constituiu-se na mensagem central de Jesus (Mc. 1.14,15; Mt. 4.23; Lc. 4.21).

1. REINO DE DEUS: INTERPRETAÇÕES
Ao longo da história do pensamento teológico surgiram diversas interpretações em relação ao conceito de Reino de Deus. De Agostinho até o período da Reforma Protestante predominou a interpretação de que o Reino de Deus estava circunscrito à Igreja. Depois desse período, a concepção de Reino passou a ser ampliada. Os estudiosos da Bíblia depois da Reforma assumiram que a Igreja constitui o povo do Reino, mas não pode ser identificada com o Reino. Na perspectiva liberal, Adolf Harnack defendia que o Reino de Deus é totalmente apocalíptico, algo que está sempre porvir. Enquanto outros, de tendência mais existencialista, enfatizaram o Reino de Deus como algo meramente experiencial, isto é, uma identificação religiosa do indivíduo com o Reino. Um dos defensores desse ponto de vista foi Rudolf Bultmann, considerando que o verdadeiro significado do Reino deveria ser compreendido em termos de proximidade e exigência de Deus. Johannes Weiss associa o Reino de Deus com os apocalipses judaicos. Para ele, o Reino somente se dará no futuro, quando Jesus reinar sobre a terra. Esse pensamento também foi assumido por Albert Schweitzer que a interpretou em termos escatológicos. Para C. H. Dodd, o Reino de Deus é descrito em linguagem apocalíptica, mas que adentrou a história através da missão de Jesus. Em Cristo tudo o que havia sido profetizado se concretizou na história, assumindo uma “escatologia realizada”. W. G. Kümmel entendeu que o significado primário do Reino de Deus é eschaton – a nova era, análoga à do apocalipse judaico. Contrário ao pensamento da “escatologia realizada” de Dodd, Joaquim Jeremias propôs uma “escatologia em processo de realização”. Para ele, a mensagem de Jesus a respeito do Reino de Deus e seus milagres irromperam na história, mas é preciso aguardar a manifestação plena desse Reino. A tendência bíblico-teológica comumente assumida nesses últimos tempos, inclusive pelas alas dispensacionalistas, é a de que o Reino de Deus (e dos Céus) é algo em processo, uma tensão entre presente “o já” e o futuro, o “ainda não” (I Jo. 3.2).

2. O REINO DE DEUS NO ANTIGO TESTAMENTO
Ainda que a expressão “Reino de Deus” não ocorra no Antigo Testamento, ela é pressuposta em toda a mensagem profética. O Antigo Testamento está repleto de alusões à soberania real de Deus, existem várias referências que o caracterizam como Rei de Israel (Ex. 15.19; Nm. 23.21; Dt. 33.5; Is. 43.15) e de toda a terra (II Rs. 19.15; Is. 6.5; Jr. 46.18; Sl. 29.10; 99.1-4). Algumas referências apontam para o dia em que Ele governará sobre o povo (Is. 24.23; 33.22; 52.7; Sf. 3.15; Zc. 14.9). De tais passagens concluímos que Deus é “já” Rei, mais chegará o momento em que Ele finalmente “se tornará” Rei, ou melhor, manifestará a Sua glória real ao mundo. A linguagem profética aponta para uma revelação plena de Deus na história, quando o projeto original de Deus, em relação ao Seu Reino, será concretizado completamente. O Reino de Deus é uma esperança, pois o Senhor, no final dos tempos, manifestará Sua soberania sobre todas as nações. Na literatura rabínica, o conceito de Reino de Deus também tem uma conotação apocalíptica, enfatizando a esperança pela sua concretização plena. Nos livros apócrifos de Enoque e Salmos de Salomão a ênfase é posta exclusivamente no futuro, distanciando-se do sentido de atuação de Deus no presente. Essa tendência judaica tende ao pessimismo em relação ao tempo presente, resultando, às vezes, em escapismo. Os adeptos dessa perspectiva acreditam que resta a este tempo presente somente sofrimento e aflição, a glória somente se revelará no futuro, já que a era presente estaria entregue aos poderes malignos. Esse mesmo pensamento era partilhado pela Comunidade de Qumran, que aguardava a descida dos anjos, que se juntariam aos “filhos da luz” para a luta contra os inimigos, “os filhos das trevas”. Para os Zelotes, líderes judaicos radicais do Primeiro Século, o Reino de Deus deveria ser imediato, resultado de uma intervenção armada.

3. O REINO DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO
O Reino de Deus no Novo Testamento é expresso pelos teólogos a partir da expressão grega “basileia tou theou”. O termo grego basileia (Reino) está relacionado ao hebraico malkuth que aponta para o futuro (eschaton) que tem o sentido de reino, domínio ou governo. Por isso, na oração do Senhor, pedimos ao Pai pela vinda do Reino, isto é, para que a vontade de Deus, Seu governo, seja feito na terra, que o Seu domínio se complete (Mt. 6.10). O Reino de Deus, conforme designado por Jesus para os seus discípulos, é uma “ordem de honra real”, isso porque onde estiver o Rei, ali estará o Reino (Lc. 22.29). O Reino de Deus, nas palavras do Senhor, é prioritariamente eschaton – futuro, mas também presente (Lc. 17.21). Para a Igreja Jesus já é o Rei, mas Ele precisa tornar-se Rei, essa é a temática do Novo Testamento (Fp. 2.10). A vinda plena do Reino de Deus consumará o fim da era presente e inaugurará a Era Vindoura. O final da Era Presente resultará no julgamento do Diabo (Mt. 25.41), a formação de uma sociedade redimida (Mt. 13.36-43) e a comunhão perfeita em Deus (Lc. 13.28,29). Isso poderia ter acontecido no tempo em que Jesus veio a terra, mas os judeus O rejeitaram, por isso, foi tomado pelos outros (Mt. 8.12), por conseguinte, os súditos do reino de Jesus são aqueles que aceitam a Sua palavra (Mt. 13.38). Para esses, o Reino de Deus é uma realidade presente, pois “é chegado a vós” (Mt. 12.28). Satanás continua ativo, ele subjuga os indivíduos, distanciando-os do Reino (Mt. 13.19). A vitória do Reino de Deus é espiritual, quando essa se completar acontecerá o triunfo final de Deus sobre o Inimigo (I Co. 15.25). Os fariseus quiseram saber de Deus quando o Reino haveria de se manifestar, o Senhor respondeu-lhes que este já se encontrava entre eles, ainda que não da maneira que eles aguardavam (Lc. 17.20,21).

CONCLUSÃO
O Reino de Deus é recebido dentro do ser humano, isso fica evidenciado em Mc. 10.15. A mensagem de Jesus se diferencia do judaísmo rabínico, pois Ele modificou a linha do tempo. A igreja, nesse contexto, vive entre duas Eras, a Era do Futuro, inaugurada pelo Cristo ressuscitado (Mt. 28.18), mas que foi invadida pelos poderes satânicos (II Co. 4.4; Ef. 6.12). No futuro, quando o Milênio for instaurado (Ap. 20.4-6), a Era Vindoura será iniciada (Ap. 21.2,3). No presente, os súditos do Reino vivem em amor, devoção, prazer, submissão, dever e gratidão (Rm. 5.5; II Co. 9.13; Lc. 18.1; Jn. 2.9). Esses põem o Reino de Deus em primazia (Mt. 6.33), e por causa do Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap. 19.6) passam por tribulações (At. 14.22).

BIBLIGRAFIA
LADD, G. E. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Exodus, 1997.
LADD, G. E. O evangelho do Reino. São Paulo: Shedd Publicações, 2008.


AUTOR: Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD



terça-feira, 28 de junho de 2011

MARINA PEDE PARA SAIR DO PV - DEIXO O PV MAS NÃO ABANDONO MINHA FÉ, EXPLICA


Marina pede para sair do PV - Deixo o PV mas não abandono minha fé, explica

Marina pede para sair do PV - Deixo o PV mas não abandono minha fé, explica
Marina Silva, a mulher de saúde frágil que aprendeu a ler aos 16 anos e quase virou freira, sonha em ser presidente do Brasil. Acriana do vilarejo de Breu Velho, pobre e filha de seringueiros, Marina entrou na política em 1985, aos 27 anos, por influência do ambientalista Chico Mendes, com quem fundou o PT no Estado. A militância em favor dos seringueiros a levou rapidamente à Câmara de Vereadores de Rio Branco e, em seguida, à Assembleia do Acre. Em 1994, aos 36 anos, tornou-se a senadora mais jovem da história do país. Sempre com a causa verde na ponta de sua afiada retórica, em 2003 Marina virou ministra do Meio Ambiente do governo Lula – e começou a cobiçar a Presidência da República. No PT, porém, suas chances de disputar o cargo seriam nulas.

Em nome da utopia, Marina fez uma escolha pragmática. Convidada a ser candidata à Presidência, aceitou filiar-se ao Partido Verde, o PV, uma pequena legenda identificada não apenas com a agenda ambientalista – mas também com propostas liberais, como a legalização da maconha e do aborto. Marina, que se convertera à religião evangélica em 1997, ignorou as latentes tensões entre suas convicções religiosas e as posições liberais da plataforma verde. Apesar do bom desempenho na campanha presidencial do ano passado, não deu certo. Dois anos e 19,5 milhões de votos depois, Marina decidiu: deixará o PV. O anúncio ocorrerá nesta semana.

A união entre Marina e o PV começou com promessas e terminou em desilusões. Desilusões produzidas, sobretudo, ao sabor das inevitáveis divergências de uma campanha eleitoral. Marina e o PV, especialmente por meio de seu presidente, José Luiz Penna, discordaram em quase tudo nas eleições. Aos poucos, sua campanha separou-se da estrutura do partido. Os problemas começaram na arrecadação de dinheiro. O vice da chapa, o empresário e fundador da Natura, Guilherme Leal, centralizou os trabalhos de coleta de recursos. Os tradicionais arrecadadores do PV se incomodaram com a resistência de Leal aos métodos tradicionais – e heterodoxos – de financiamento de campanhas no Brasil, do qual o partido nunca foi exceção. Um dos dirigentes do PV conta como anedota o dia em que Marina mandou devolver uma mala de dinheiro “não contabilizado”, em linguajar delubiano, ao empresário paulista que o havia enviado.

O segundo ponto de atrito entre Marina e o PV deu-se em razão da entrada de líderes evangélicos na organização política da campanha. Pastores da Assembleia de Deus, igreja de Marina, influenciavam decisivamente na elaboração da agenda da candidata. A força deles no comando da campanha não casava com o perfil histórico do PV. Se em sua plataforma e em seu discurso o PV era favorável à legalização da maconha, do aborto e do casamento gay, era uma clara incoerência que sua candidata à Presidência se colocasse contra essas posições. O PV temia perder o eleitorado urbano, moderno, descolado. As lideranças evangélicas argumentavam que isso não seria um problema e prometiam trazer 40 milhões de votos para a candidata, caso a campanha se voltasse aos eleitores evangélicos.
Marina quer criar um partido para concorrer novamente à Presidência nas eleições de 2014
Era tão difícil conciliar a dualidade entre os evangélicos de Marina e os liberais do PV que, até o meio da campanha, Marina cumpria duas agendas: uma política, com as tradicionais visitas a prefeitos e comícios, e outra religiosa, que incluía reuniões em igrejas com pastores. Marina sofria pressão dos evangélicos para que não visitasse terreiros de umbanda e candomblé. Na pré-campanha, ela aquiesceu. Em seguida, porém, a candidata foi convencida a gastar menos tempo com os eventos religiosos – e mais em busca de votos.

Ao longo da campanha, Marina não abdicou dos jejuns religiosos que costuma fazer pelo menos uma vez por mês. Alguns próceres do PV consideram os jejuns uma irresponsabilidade de Marina, em função de sua instável saúde – ainda jovem, ela foi contaminada por metais pesados e acometida por graves doenças, como malária e hepatite. Em entrevista a ÉPOCA, há um mês, ela se irritou diante de uma pergunta sobre esse tipo de crítica. “A minha vida espiritual é assim desde que me entendo por gente. Se um critério para ser do PV é abandonar minha vida espiritual, então já sei pelo que vou optar. Vivo a minha fé e visitar igrejas faz parte da minha fé. Sou missionária da Assembleia de Deus”, disse Marina.

O terceiro motivo para o desgaste entre Marina e o PV foi político. Apesar de ter rompido com o PT, Marina mantém uma relação ambígua com o ex-presidente Lula. Suas recusas em criticar Lula publicamente durante a campanha provocaram estremecimentos entre a candidata e Guilherme Leal. Leal é simpático ao PSDB e doou dinheiro para a campanha do tucano Geraldo Alckmin à Presidência, em 2006. Por outro lado, Marina contrariou aliados ex-petistas quando decidiu não usar uma campanha em vídeo preparado por seu marqueteiro cujo slogan era “Marina, a verdadeira sucessora de Lula”. “A campanha era maravilhosa, impactante, contava a trajetória de vida dos dois, a proximidade deles”, diz um aliado. Marina mantém sua decisão: “Acho pretensioso, poderia parecer pretensioso (o vídeo). Eu tenho muita consciência do meu tamanho”.

O resultado da eleição confirmou que Marina é, ao menos em votos, a maior terceira via que o país já teve desde a redemocratização. Confirmou, também, que não havia lugar para Marina no PV – e no PV para Marina. “Não houve nenhuma sinalização do PV de que os compromissos com ela serão cumpridos, então não há condições de que ela permaneça filiada”, afirma João Paulo Capobianco, coordenador da campanha de Marina. Ele a acompanhará na desfiliação nesta semana, ao lado de outras lideranças do PV. A saída do partido não significa que Marina desistiu do sonho de ser presidente. Ela pretende criar um partido para se candidatar novamente, em 2014. 


Fonte: Época Via:Gospel10

sábado, 25 de junho de 2011

LIÇÃO 13 - AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA! - 2º TRIMESTRE 2011



AVIVA, Ó SENHOR, A TUA OBRA!
Texto Áureo: Is. 44.3 – Leitura Bíblica: At. 19.1-6,11,12,18,19


Objetivo: Mostrar a igreja que o avivamento somente é possível quando esta se volta ao estudo sistemático e à obediência incondicional à Palavra de Deus.

INTRODUÇÃO
A Igreja de Jesus Cristo deve viver em avivamento constante. Cientes dessa verdade, estudaremos, na lição de hoje, os fundamentos bíblicos para que Deus avive a Sua obra no meio do Seu povo. No início da aula, definiremos o que significa avivamento, em seguida, atentaremos para alguns exemplos de avivamentos na história de Judá, por fim, em virtude da confusão que impera em alguns arraiais evangélicos, faremos a distinção entre o que é e o que não é um avivamento genuíno.

1. DEFINIÇÃO DE AVIVAMENTO
Nos dicionários de Língua Portuguesa, o termo avivamento vem do verbo “avivar”, que significa: “tornar mais vivo, estimular, tornar mais nítido, ativo e intenso” (Aurélio). Não encontramos na Bíblia a palavra "avivamento", apenas o verbo “avivar”, usado com bastante frequência. Em I Rs. 17.22 a palavra hebraica é shub, que se refere ao ato de fazer voltar à vida algo que se encontrava morto ou simplesmente, renovar ou restaurar. Na célebre oração de pedido de avivamento de Hc. 3.2, a palavra hebraica é chaiah, cujo significado é viver, ter vida, permanecer vivo, sustentar a vida, viver prosperamente, viver para sempre, reviver, estar vivo, ter a vida ou a saúde recuperada. Existem dois outros textos clássicos em hebraico que se referem a esse ato, ambos com a palavra chaiah, são Sl. 85.6 (avivamento corporativo) e Is. 57.15 (avivamento pessoal).

2. EXPERIÊNCIAS DE AVIVAMENTOS
Em II Cr. 34 lemos a respeito de um grandioso avivamento na história de Judá, nos tempos do rei Josias. Esse monarca foi despertamos para restaurar a vida espiritual do povo judeu, a partir da reforma do templo. Quando a reforma estava sendo feita, o sumo sacerdote Hlquias encontrou o Livro da Lei que se achava perdido (II Cr. 34.8-17). Quando a Torah foi lida, o rei teve o coração quebrantado, rasgou as suas vestes, externou a sua tristeza (II Cr. 34.19) e conscientizou-se do pecado do povo contra o Senhor (II Cr. 34.20,21), percebendo que o julgamento divino sobreviria sobre a nação. A consciência do pecado, através da Palavra de Deus, resultou em avivamento espiritual, pois diante da Lei, os judeus se voltaram para o Senhor (II Cr. 35.18). Outro exemplo de avivamento através da Palavra de Deus se encontra no capítulo 8 do livro de Neemias. Esdras leu a Lei diante do povo e isso, certamente, os levou à fé, pois a fé vem pelo ouvir (Rm. 10.17), e, ouvindo a Palavra, o Espírito produz, em nós, a santidade (Gl. 5.22). Por isso, Jesus orou, em Jo. 17.17, “santifica-os na verdade”. A respeito desse texto, consideremos os seguintes pontos: 1) Esdras reuniu a todos, não apenas alguns, contanto que fossem capazes de entender aquilo que haveria de ser exposto (v. 2), mas antes, ele direcionou o povo à oração, quando todo povo disse “amém” (v. 6). Ele leu com distinção, isto é, de modo que todos pudessem ouvir com nitidez. Em seguida, após essa leitura com clareza, ela expunha o sentido para que as pessoas compreendessem (v. 8); 2) como resultado da leitura e exposição da Palavra, o povo entristeceu-se e sentiu vergonha dos seus pecados diante de Deus, o clamor foi tal que Esdras e Neemias precisaram instruir o povo a que se regozijassem perante o Senhor; e 3) O povo, então, tomou a decisão de obedecer a Palavra de Deus (v. 17), e, após ouvir os ensinamentos do Senhor, “houve muita alegria” (v. 18). Esse é o percurso bíblico do verdadeiro avivamento, parte da leitura e exposição da Bíblia, sob a oração, debaixo da unção do Espírito Santo

3. O AVIVAMENTO GENUÍNO
Inicialmente, vejamos o que não é avivamento: 1) O avivamento não é uma série de encontros especiais para orações, cruzadas evangelísticas, conferências, exposição bíblica, isto é, não é uma criação da igreja por meio de planejamentos e encontros especiais; 2) O avivamento não é algo passageiro que começa num dia e termina no outro, assim, não se pode pensar que uma noite de êxtase espiritual (ou emocional) seja um avivamento, que, na verdade, é algo duradouro; 3) O avivamento não é necessariamente uma questão de milagres, de fenômenos sobrenaturais ou mesmo de “sinais e maravilhas”, isso porque a existência de tais, não garante fidelidade às verdades básicas das Sagradas Escrituras; e 4) O avivamento não é evangelismo, esse sim, é resultante do avivamento, se pensarmos que cruzadas é sinônimo de avivamento, podemos achar que podemos fazê-lo por esforços próprios, através de atividades evangelisticas. As características de um avivamento genuinamente bíblico são as seguintes: 1) percepção da presença de Deus – isso é claramente revelado em At. 2 e em Hc. 3.2 onde o profeta reconhece “Deus veio”, é uma experiência marcante; 2) disposição incomum para ouvir a Deus – devemos lembrar que o avivamento é uma resposta de fé, e essa, vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm. 10.17); 3) convicção profunda do próprio pecado – vejamos o que aconteceu com o profeta Isaias, diante da manifestação do poder de Deus (Is. 6.3-5); e 4) quebrantamento que leva à obediência em alegria (Nm. 8.17,18).

CONCLUSÃO
O avivamento é fundamental a sobrevida da igreja local, para isso, alguns valores precisam ser resgatados, especialmente, a oração – como o catalisador do avivamento; e o ensino da Palavra - como o combustível do avivamento. Após a celebração do Centenário da Assembléia de Deus no Brasil, resta-nos pensar no futuro da igreja. Não podemos esquecer que dependemos de Deus, sem Ele nada podemos fazer, a igreja é serva da Palavra de Deus, e diante desta deve sempre se dobrar. Assim como Habacuque, oremos para que o Senhor avive a Sua obra entre nós (Hb. 3.2).

BIBLIOGRAFIA
AMSTRONG, J. O verdadeiro avivamento. São Paulo: Vida, 2001.
HORTON, S. O avivamento pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 199

Pb. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD

quinta-feira, 23 de junho de 2011

MILHARES PARTICIPAM DA MARCHA PARA JESUS NA ZONA NORTE DE SP

Milhares participam da Marcha para Jesus na Zona Norte de SP
Evento começou na manhã desta quinta na região do Metrô Tiradentes. 

Palco onde acontecerão 38 shows foi montado na Praça Heróis da FEB.

Milhares de fiéis na concentração da Marcha para Jesus (Foto: Monica Alves/AE)Multidão de fiéis na concentração da Marcha para Jesus (Foto: Monica Alves/AE)

Milhares de fiéis deixaram a região do Metrô Tiradentes na manhã desta quinta-feira (23) em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte de São Paulo, durante a 19ª Marcha para Jesus. A multidão de evangélicos acompanha dez trios elétricos no evento cujo tema deste ano é “A Marcha da Fé”.
A organização do evento espera receber de todo o Brasil cerca de 800 caravanas para prestigiar a festa evangélica. De acordo com a assessoria de imprensa, virão em ônibus e vans fiéis de estados como Bahia, Tocantins, Amazonas e Rio de Janeiro. A multidão poderá se divertir com os 38 shows programados.
Os organizadores do evento não quiseram dar uma estimativa de público. No ano passado, eles afirmam que uma multidão de aproximadamente 5 milhões de pessoas participou da celebração. O palco para os shows foi montado na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), perto do Campo de Marte, em Santana, Zona Norte.
Entre as bandas e artistas que confirmaram presença estão Renascer Praise, Cassiane, André Valadão, Thalles Roberto, Soraya Moraes, Fernanda Brum, Marcelo Aguiar e Irmão Lazaro, entre outros. Os shows devem prosseguir até as 21h30, quando termina a festa. De acordo com a assessoria de imprensa da Marcha para Jesus, um espaço para deficientes físicos e auditivos, com direito a tradutores, foi reservado do lado esquerdo do palco. Todas as atrações podem ser conferidas no site.
O atendimento médico no local será realizado por 200 profissionais da área da saúde, como médicos e enfermeiros. Dez ambulâncias garantirão o deslocamento de pacientes em caso de necessidade, de acordo com a assessoria de imprensa da festa. A Marcha para Jesus foi realizada no Brasil pela primeira vez em 1993.
FONTE:G1

quarta-feira, 22 de junho de 2011

DESEMBARGADORA DE GOIÁS ANULA DECISÃO DE JUIZ HERÓI E PEDE PUNIÇÃO PARA ELE


Comentário de Julio Severo: O STF desrespeitou a Constituição, e onde está a punição para eles? Agora, querem punir o juiz que respeitou a Constituição e desrespeitou a arrogante decisão do STF. A notícia abaixo é do jornal tendencioso O Globo:

Desembargadora de Goiás anula decisão de juiz sobre união estável de casais homoafetivos

GOIÂNIA - A desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), anulou a decisão do juiz da 1º Vara da Fazenda Municipal de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, que na sexta-feira passada tornou inválida a declaração de união estávelcelebrada entre Liorcino Mendes Pereira Filho e Odílio Cordeiro Torres Neto. A partir da decisão da corregedora, volta a ser aplicada em Goiânia a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconhece a união entre as pessoas do mesmo sexo.
Desembargadora Beatriz Figueiredo Franco
A corregedora também tornou sem efeito uma outra decisão de Vilas Boas, que solicitou a todos os cartórios de Goiânia que o informassem a respeito de uniões homoafetivas registradas na cidade.
- Ele não poderia ter decidido de forma contrária ao STF. Um juiz de primeiro grau não exerce o cargo para criticar ou revogar uma decisão do Supremo.
A desembargadora Beatriz disse ao GLOBO que nesta quarta-feira irá levar o caso à Corte Especial do Tribunal e propor abertura de um processo diciplinar contra Villas Boas.
Fonte: O Globo

segunda-feira, 20 de junho de 2011

CENTENÁRIO DA ASSEMBLEIA DE DEUS - A GRANDE FESTA PENTECOSTAL, IGREJA MÃE














Réplica do navio que trouxeram os missionários 
Daniel Berg e Gunnar Vingren em 1911


Irmã Rebekah Câmara vestida como em 1910 e com 
a réplica da mala do pioneiros

                                Pastor José Wellington presidente da CGADB


          Pastor Samuel Câmara Presidente da Assembleia de Deus de Belém-Pa
                                         (Igreja Mãe)

Cerca de 60 mil pessoas lotaram o Estádio Olímpico do Mangueirão na noite de ontem (16/06), durante a abertura da programação oficial do Centenário da Assembleia de Deus, que se estende até o próximo sábado (18/06). A multidão acompanhou pregações e louvores de conferencistas e cantores nacionais e internacionais como Helena Raquel, Marco Feliciano, Pastor Jairinho, Elaine Cristina e Marco Aurélio.

Na ocasião, o pastor Enaldo Brito, coordenador do Centenário, falou da felicidade em fazer parte da Geração do Centenário e da imensidão da festa, que custou no total, incluindo a obra do Centenário - Centro de Convenções, 25 milhões de reais. “Isso mostra a fé do nosso povo que não mediu forças para realizar essa festa aqui na sua cidade natal. Muito obrigado a todos que fizeram esse momento lindo acontecer”, ressaltou.
O ápice do evento foi a apresentação do grupo paraense Celebrai, que interpretou um dos hinos do Centenário, "Avante Vai!", levantando a multidão. Nesse momento, houve queima de fogos e apresentação de uma coreografia que simulou a chegada dos pioneiros, Daniel Berg e Gunnar Vingren, em Belém, no ano de 1911.
Dona Hulda Vasconcellos, que é filha de um dos pastores pioneiros da Igreja-Mãe, Alcebíades Pinheiro Vasconcellos, estava emocionada com a festa: “Foi tudo muito lindo. O momento do louvor com a coreografia e os fogos foi de arrepiar. Estou muito feliz em participar desse momento histórico para a Igreja e para Belém”.
Os familiares de Gunnar Vingren e Daniel Berg e caravanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e do interior do Pará marcaram presença no local, além de autoridades como o prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho e o Deputado Estadual, Raimundo Santos.
O presidente da Assembleia de Deus em Belém, pastor Samuel Câmara, disse que o momento reflete a força do povo e a gratidão a Deus por um século de vida da Igreja, que começou com dois homens em Belém e se expandiu por mais 176 países, alcançando milhões de pessoas em todo o mundo. “A Assembleia de Deus é feita pelos seus fiéis, que são maiores que seus líderes, e têm joelhos que oram, mãos que trabalham e corações que vibram. Eu me alimento dessa vibração. Essa é a minha verdadeira inspiração”, concluiu.

FONTE:BLOG PASTOR SAMUEL CAMARA

JUIZ QUE CANCELOU CASAMENTO GAY DIZ QUE STF 'ULTRAPASSOU LIMITES'


Juiz que cancelou casamento gay diz que STF 'ultrapassou limites'


O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, que cancelou na última sexta-feira (17) um dos primeiros contratos de união civil entre homossexuais do país, disse que não tomou a decisão por discriminação.

Ele anulou o registro de união estável do jornalista Liorcino Mendes, 47, com o estudante Odílio Torres, 23. Foi o primeiro casamento gay de Goiás após o Supremo Tribunal Federal reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Segundo Villas Boas, da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia, a decisão do STF "ultrapassou os limites" e é "ilegítima e inconstitucional".

De ofício
Além de cancelar o registro do casal, o magistrado também determinou que os cartórios de Goiânia não realizem mais a união entre gays. Ele tomou a decisão de ofício, ou seja, sem ser questionado a respeito.

A conclusão do STF teve efeito vinculante, o que significa que deve ser seguida pelas instâncias inferiores --Villas Boas é juiz de primeira instância.

Mendes, que preside o grupo Articulação Brasileira de Gays, disse que a decisão do juiz é um desrespeito às regras do Estado democrático. "Vejo-me frustrado agora por desacreditar nas instituições. Pago imposto para pagar o salário de um juiz que me discrimina", disse.

Mendes afirmou que sua advogada vai recorrer ao Tribunal de Justiça de Goiás e protocolar uma reclamação no STF por Villas Boas ter descumprido a ordem da instância máxima do Judiciário.

Ontem (19), o presidente em exercício da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Miguel Cançado, divulgou nota repudiando a decisão judicial, que classificou como "um retrocesso moralista".

Ele argumentou que o direito à união homossexual "inexiste no sistema constitucional brasileiro". Ele afirmou que não quis confrontar o Supremo, mas "só seguir a Constituição".

O juiz afirmou ainda que defende que os homossexuais sejam livres para ter qualquer tipo de relação, mas "essas pessoas não podem querer a aceitação dos demais membros da sociedade como se fosse natural".

Sobre possíveis sanções por descumprir ordem do STF, ele disse que "um juiz não pode temer isso e tem que exercer suas decisões de forma independente".


Fonte:  Folha Online, Via:AGORA MS

quarta-feira, 15 de junho de 2011

LIÇÃO 12 - CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL - 2º TRIMESTRE/2011


CONSERVANDO A PUREZA DA DOUTRINA PENTECOSTAL. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 2º Trimestre/2011

Mais uma vez, diante de um tema das Lições Bíblicas, vou optar por uma abordagem mais realista, concreta e extremamente necessária.

Em primeiro lugar é bom que se entenda que por "Pureza da Doutrina Pentecostal" se quer dizer "Pureza da Doutrina Bíblica". O genuíno e puro pentecostalismo é fundamentalmente e puramente bíblico.

Fico perplexo quando no meio pentecostal, uma vez questionados sobre algumas "doutrinas" ou "modelos" pseudo-bíblicos, alguns líderes e irmãos respondem: "não deu certo até agora, por que mudar?", ou ainda, "aprendemos assim, não é bom remover os marcos antigos". Geralmente, respostas e declarações como estas são meramente pragmáticas e utilitaristas. É bom lembrar que nem sempre o crescimento é sinal de "bênção" ou "aprovação divina".

É necessário deixar bem claro que Deus só aprova o que a Bíblia aprova, pois nela está manifesta a sua vontade e revelação (Gl 1.8). A tradição não é maior do que a Palavra (Mt 15.1-9). Apenas as boas (fundamentadas em princípios bíblicos) devem ser guardadas (2 Ts 2.15) continue aprendendo...Blog do Pr Altair Germano

domingo, 12 de junho de 2011


HOMENAGEM A MINHA
 ETERNA NAMORADA
"As muitas águas não poderiam apagar este amor" 
canticos dos canticos 8: 7a
Nestes 14 anos de namoro, Ela tem sido minha companheira de lutas, batalhas, dificuldades, derrotas e vitórias. Neste tempo já choramos, lutamos, batalhamos e nos alegramos sempre juntinhos; quando ela sofre... nós sofremos! quando vem a derrota... somos afligidos, não derrotados... e  prontos a recomeçar. O nosso beijo é como fosse sempre o primeiro. Sempre vou te amar! porque foi Deus que nos uniu, A promessa de Deus na nossa vida no tempo certo vai acontecer!        LUCIENE, TE AMO!
                       Feliz dia dos namorados a todos!

sábado, 11 de junho de 2011

LIÇÃO 11 - UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL - 2º TRIMESTRE /2011


UMA IGREJA AUTENTICAMENTE PENTECOSTAL. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 2º Trimestre/2011

A lição bíblica desta semana trata sobre as características de uma igreja autenticamente pentecostal, e ressalta os aspectos da evangelização, do ensino e da ajuda aos necessitados.

Tenho insistido no fato de que o Centenário das Assembleias de Deus no Brasil é um momento não apenas para celebração, mas, propício também para a reflexão. Precisamos analisar criticamente o presente, corrigir as falhas, contextualizar (sem secularizar) os métodos e avançar em direção ao futuro, com uma mensagem e práticas relevantes.

EVANGELIZAÇÃO PENTECOSTAL

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura." (Mc 16.15)

"[...] mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra." (At 1.8)

O principal objetivo do batismo com o Espírito Santo foi o de capacitar a Igreja para pregar o Evangelho de poder, com poder. Na Bíblia, temos a mensagem do Evangelho, que deve ser pregada em todos os lugares e a toda criatura. Mas, como pregar o Evangelho? Quais os métodos e estratégias? Um olhar sobre os evangelhos e sobre o livro de Atos, nos revela que várias foram as maneiras pelas quais o Evangelho foi anunciado, pregado, proclamado e testemunhado.

No que se refere a Assembleia de Deus no Brasil enquanto denominação pentecostal, dois métodos de evangelização foram bem marcantes ao longo dos seus 100 anos de existência: o evangelismo de abordagem pessoal e as cruzadas ou concentrações evangelísticas. Continue aprendendo...Blog do Pr Altair Germano

sexta-feira, 10 de junho de 2011

MISS. LANNA HOLDER INAUGURA IGREJA INCLUSIVA EM SÃO PAULO

 Lanna Holder inaugura igreja inclusiva em São Paulo 
Após escândalos, Missionária Lanna Holder inaugura igreja inclusiva em São Paulo 

A missionária Lanna Holder abre neste final de semana a Comunidade Cidade Refúgio, no centro de São Paulo. A proposta é criar uma igreja que não “exclui ninguém”, é o que diz um trecho do texto de seu site.

Há oito anos a missionária que era muito famosa no meio pentecostal se envolveu em um escândalo assumindo que teve um caso homossexual com uma líder de louvor dos Estados Unidos. Além de perder o esposo, ela passou por momentos de acusação, calúnias e até problemas financeiros.

De volta ao ministério a missionária anuncia seu desligamento oficial das Assembleias de Deus e apresenta essa nova comunidade em conjunto com a pastora e cantora Rosania Rocha.

Leia o texto do site da Comunidade Cidade Refúgio:

A CIDADE DE REFÚGIO está pronta, chegamos ao fim das reformas e das obras, os projetos que foram gerados no coração de Deus, nasceram em nossos corações, e em tempo hábil para dizermos que foi um fruto concebido sob circunstâncias sobrenaturais.Alguns de nós passaram anos gerando, gerando sonhos e enquanto gerávamos podíamos sentir a alegria de romper a esterilidade, as impossibilidades de uma lei severa e desprovida de misericórdia,que trazia consigo os maus presságios de um futuro sem esperança e uma eternidade sem GRAÇA!

Este fim de reforma extrai agora de todos nós envolvidos o urgente anseio de começar a reformar VIDAS! Fomos concebidos sob essa expectativa e não vacilaremos em prosseguir para o ALVO que nos está proposto pelos céus, sob todos os aspectos e circunstâncias nascemos sob a irrefutável convicção de que este propósito é inegociável.

Não nascemos com a perspectiva de levantarmos uma bandeira, mas com a missão de termos a Ele como a nossa única bandeira. Uma igreja que ama a todos e não exclui a ninguém, que anseia ser UM LUGAR AOS ESCOLHIDOS, pela convicção de que Deus não faz acepção de pessoas.

Alguns de nós fomos achados nos lixões. Abortados do seio das igrejas e das nossas casas, sufocando pela busca das respostas que muitos de nós não tínhamos, mas incansavelmente ansiávamos, pelo simples desejo de ADORÁ-LO.

É, somente cada um de nós pode avaliar sua própria historia e sua própria dor. Cada um pode dizer quantos anos durou sua esterilidade, e contar porque a pior dor não era a de ver os filhos da outra nascer, mas a angustia de não gerar. Enfim, que seus filhos nasçam, cresçam, sejam heróis, ostentem troféus, ergam cetros e reinem desde que nossos filhos sejam ao menos ajudante de sacerdote.

Que a falta de visão dos lideres que cercam essa geração, não impute pecado aos sonhadores, que não enxerguem nos que sonham a embriagues dos que almejam apenas uma vida de boemia e de ilusões, mas conheçam em nós a insistência de romper a impossibilidade pelo compromisso de buscá-Lo insistentemente até que sejamos ouvidos.

Geramos durante meses e porque não ousar dizer que estamos gerando há anos? A nossa hora chegou, e alguns de nós já sentem as dores de parto, a tristeza já fez seu repouso, mas já veio de malas prontas porque a alegria já selou sua morada permanente.

Que nasça a CIDADE DE REFÚGIO, e que venham os outros REFÚGIOS, afinal na chegada de cada um deles damos a luz aos nossos sonhos, rompemos as impossibilidades e a esterilidade. Que este ano seja o ano dos que insistiram em sonhar, e que as lagrimas da perseverança hoje sirvam pra regar os RAMOS NOVOS .

Nele em quem damos frutos!

Lanna Holder e Rosania Rocha”
 
Com informações Pavablog via Gospel Prime                                                           FONTE: Amigo de Cristo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

LIÇÃO 10 - ASSEMBLÉIA DE DEUS - 100 ANOS DE PENTECOSTES 2º TRIMESTRE/2011


ASSEMBLEIA DE DEUS 100 ANOS DE PENTECOSTES. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 2º Trimestre/2011

Celebrar 100 anos de existência e atividades é um privilégio para qualquer organização. A Assembleia de Deus, enquanto denominação cristã evangélica, alcança esta marca com uma bela história e com grandes desafios para o futuro. Sou grato a Deus por fazer parte desta igreja, da presente geração de crentes e de obreiros.

O PRINCÍPIO

A providência e a soberania divina, que dirige, controla e intervém neste mundo é claramente percebida nos detalhes desta história. Dois jovens e dois destinos uniram-se e tornaram-se os precussores de um grande mover do Espírito, pioneiros e fundadores da maior igreja evangélica no Brasil. Gunnar Vingren e Daniel Berg, eis o nome daqueles que o Senhor desde o ventre de suas mães escolhera para manifestar a sua glória e realizar a sua vontadade.

O Encontro de Berg e Vingren aconteceu durante uma conferência evangélica em Chicago, no ano de 1909. Ambos eram suecos, e estavam nos Estados Unidos em busca de liberdade religiosa e de uma viver digno. A Suécia passava por uma crise econômica, e a igreja estatal de confissão luterana ditava as normas da vida religiosa, sendo pouco tolerante para com os grupos batistas. Mais de um milhão de suecos emigraram para os Estados Unidos entre 1870 e 1920 (FRESTON, p.76)

NA DIREÇÃO DO ESPÍRITO

Foi na casa e por meio de um irmão chamado Adolf Ulldin, que mediante profecia tomaram conhecimento de que Deus os enviaria ao Pará. A biblioteca da cidade foi o lugar onde os missionários pesquisaram e descobriram a localização do Pará:

"Descobrimos que o Pará ficava no Norte do Brasil. Visto no mapa, ele ficava tão longe que pensamos não ser essa a direção divina." (BERG, ibid., p. 34) 
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